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Creepypasta: Possessão

Começou com uma dor de cabeça forte, que quase me deixava cega com tanta dor, os médicos disseram que era enxaqueca, me medicaram e me mandaram para casa. Os remédios faziam efeito dias sim, dias não. Mas de um jeito ou de outro, a dor já não era tão intensa. Depois dessa crise de enxaqueca vieram os sonhos estranhos, e um calor de como se me corpo estivesse pegando fogo, os médicos disseram que era apenas efeito colateral dos remédios. Então de repente tudo parou, e eu não senti mais nada, nem dor, nem o calor ou qualquer tipo de emoção. Era como se houvessem tirado a alma do meu corpo.
Fora toda a loucura da dor extrema, e depois ausência dela, outras coisas aconteceram. Coisas que passei a vida toda dando explicações racionais, e me convencendo que não havia nada de sobrenatural naquilo. Como coisas caindo do nada, meu gato encarando o nada na parede, ou luzes piscando, eu sempre tive uma explicação lógica para tudo isso, e aposto que você também tem, mas eu lamento informar, que sua explicação é errada.
Depois que as coisas começaram a ficar fora de controle, como luzes explodindo e vultos que pareciam me perseguir, larguei todas as explicações lógicas e procurei uma igreja, uma não, várias, mas ouvi várias e várias vezes que eram apenas coisas do meu imaginário, que eu estava assistindo muitas séries de TV. Somente um padre aceitou conhecer minha casa, e tentar tirar o quer que fosse que estava lá. Ele chamou outras pessoas e eles fizeram um monte de coisas estranhas, e que provavelmente você já viu ou leu na deepweb. E no final, eles me deram a certeza de que não havia mais nada lá, me disseram que eu poderia voltar sem medo algum. E eu voltei.
Nos primeiros meses realmente estava tudo normal, as coisas já não caiam mais, as luzes nem piscavam e eu não via vulto algum me perseguindo. Mas depois de um tempo, hematomas roxos começaram a surgir pelo meu corpo, e pesadelos com o inferno se tornavam cada vez mais constantes, e o meu relógio volte e meia se encontrava parado num mesmo horário: 03:00 da manhã. Eu não sei dizer como, mas eu tinha a certeza que o quer que fosse que tinha sido espantado pelo padre e seus amigos estava de volta, e dessa vez, ele não iria embora tão cedo. Quando eu chamei o padre para vir o expulsar daqui, ele decidiu vir sozinho, pois acreditava que era apenas um espírito de mau humor, e que daria conta sozinho, infelizmente ele estava errado.
Quando o padre chegou, ele preparou todo seu ritual de expulsão e me pediu para ficar e ajudar, eu o obedeci. Então mais uma vez a cena de um filme de terror se repetiu, e eu vi o demônio jogar o padre contra a parede tantas vezes até ele não conseguir levantar mais. Eu o vi segurar o padre pelo pescoço e o sufocar até seus olhos se revirarem, eu ouvi o padre fazer baixinho uma reza, e por fim morrer.
Então, um sentimento de poder me domina, e senti algo mau queimar minhas entranhas e minhas vistas escurecerem. Quando acordei me sentia presa, e realmente estava, presa dentro de mim mesma, dentro da minha mente. Eu vi e ouvi todas as mortes, todo o mau que o demônio causou, eu vi tudo através dos meus olhos, porque ele nunca esteve na casa, mas sim sempre em mim. E todas aquelas dores, e hematomas, e veias saltando mostram que meu corpo está apodrecendo e logo essa casca não irá mais servir, e ele terá que arranjar outra casca, possuir outro alguém. Tome muito cuidado, pois ele pode escolher você.


C. M. De Lima

Creepypasta: A carta de Myers

Depois que me formei na faculdade de cinema, havia decido viajar por aí conhecendo locais onde gravaram meus filmes favoritos, boa parte desses lugares já nem existiam mais, mas eu encontrei a velha casa que usaram num dos filmes de “Halloween”. Fui até lá, e só de passar pelo portão senti um arrepio, e podia sentir que Myers me observava. Depois de caminhar um pouco pela casa, achei um envelope no que seria o quarto de Myers e dentro havia uma carta que dizia:
“Vocês criaram várias histórias a meu respeito, fizeram filmes e livros sobre mim, mas nunca souberam mostrar com verdade o que eu realmente fazia, todo o prazer que sentia, e o quanto eu ainda poderia ser mais cruel do que a mente humana é capaz de imaginar. Alguns dizem que devo ter algum tipo de pacto com o diabo, outros acreditam que eu sou o próprio, e qual é a verdade? A verdade está no meio dessas duas teorias.
Li, e vi diversas vezes que sou o que chamam de assino em série, que tenho “distúrbio de múltipla personalidade”, e é por isso que quando cometi toda aquela chacina e não me lembrava de nada e depois aos poucos me perdi numa das minhas personalidades, a mais cruel de todas. Mas a verdade é que nunca tive uma personalidade além dessa, eu nunca me esqueci de quem sou, e da chacina que fiz, e faço nas noites da halloween. Eu simplesmente sei disfarçar muito bem, ou pelo menos sabia.
Pelo que já vi por ai acreditam que eu só apareço nas noites de halloween, e embora essas sejam minhas noites favoritas, eu estou todas as noites por ai, observando cada um de vocês, seus hábitos, seus costumes, suas rotinas, as vezes é tudo tão tedioso, que eu não me aguento e acabou matando um ou outro. A culpa não é minha se vida de vocês é um saco.” – Pude sentir um arrepio correr todo meu corpo depois de ler esse trecho, nessa hora eu já olhava para todos os lados, e me perguntava se aquilo era alguma brincadeira ou coisa do tipo. Depois de respirar fundo e recuperar a coragem continuei lendo.
“E qual meu pretexto para matar alguém? Ah, nenhum. Não tenho preconceitos, tenho apenas o desejo de ferir, de matar. Apenas o desejo de ver alguém perder a vida por facadas, ou vários golpes com um pedaço de madeira ou taco de beisebol, ou então sendo estrangulada até a morte. Ah, mas nada supera o prazer que uma faca te traz, aquela sensação de ver a lamina perfurar a pele, a pessoa então, te olhar desacreditada, e você pode ver o desespero em seus olhos, então você enfia a faca de novo e de novo até a pessoa não se mexer mais, até seu coração dar a última batida, até ela enfim morrer.
A máscara esconde mais que minha feiura, mais que o assassino cruel, mais do que qualquer coisa que digam a você num filme ou livro. A máscara esconde minha identidade, e me permite ser qualquer um, inclusive você. A máscara é mais que algo para tornar todo mais assustador, a máscara é para você lembrar de mim toda vez que ver alguém com uma igual e se perguntar “ será que é ele? ”, e sentir um arreio na espinha ao se perguntar se pode ser eu ou não. Afinal você sabe do que sou capaz, e que se for eu a te observar, provavelmente você não sobreviva até a noite de halloween acabar.
Eu sempre estarei a te observar, e sempre estarei a um passo de matar você. E não acredite nos que os filmes, eu sou ser muito mais cruel do que eles dizem.
Michael Myers.”
Quando terminei de ler, estava em estado de choque, eu mal conseguia me levantar de onde tinha sentado, então caminhei até a porta, que para minha surpresa estava trancada, nesse momento meu corpo congelou, e eu pude ouvir aquela respiração. Ele estava atrás de mim, e eu não tinha para onde fugir.

C. M. De Lima

Creepypasta: Jack Estripador - Parte 1

As vezes me pergunto como foi que tudo isso começou, quer dizer, eu era uma pessoa normal até ler aquele diário... por que diabos eu fui fazer isso? Haviam avisos para não fazer e ainda assim, eu os ignorei completamente, mas de certa forma, eu não poderia dizer que me arrependo de algo, até porque se fosse o caso, não teria finalmente começado a viver.. apesar de que aparentemente, minha nova vida está para acabar..
Para aqueles que estão se perguntando sobre o que diabos eu estou falando, vou lhes responder isso mais a frente, por hora, vou me apresentar. Meu nome é Jack, só Jack, é o suficiente para vocês, eu costumava ser um estudante comum com uma vida medíocre, estudando em uma escola medíocre, e trabalhando em um emprego medíocre, era realmente medíocre, assim como você que esta lendo isso. Não me leve a mal, não é que eu queira te ofender, mas cá entre nós, eu sou bem melhor do que você já que diferente de você eu realmente vivo e não sou apenas um robô programado para seguir uma rotina escrota.
E bom, agora vou contar sobre o que estão realmente querendo saber, como tudo começou e como dei continuidade para uma lenda, que por acaso, era a minha preferida. Algumas semanas atrás, encontrei um blog onde relatavam a existência de um suposto diário antigo, onde eu poderia encontrar informações que nunca foram divulgadas. Resolvi então ir a biblioteca publica, era o meu lugar preferido, apesar de o prédio ser meio assustador e o lugar não ser dos melhores, mas pra ser sincero, me sentia em casa lá. O único bibliotecário que trabalhava lá se chama Morrison, é um senhor já de idade que assim como o prédio, parece ser assustador mas que na realidade é uma boa pessoa. Chegando lá, fui logo falar com o Sr. Morrison perguntando se ele conhecia algo sobre o tal diário, mesmo tendo a chance de ele nunca ter ouvido falar sobre o diário, resolvi arriscar já que ele sabia praticamente tudo relacionado a lenda. Em primeiro momento, ele negou saber algo sobre e disse que eu não deveria levar a sério coisas escritas na internet, que provavelmente era o artigo de alguém que queria apenas atenção, mas isso não me convenceu e então resolvi pressiona-lo e isso acabou dando certo, ele me confessou que já tinha visto o tal diário, mas que nunca tinha o lido, pois ele sentia um pavor indescritível ao tentar abri-lo. Isso fez com que minha vontade ficasse ainda maior, eu definitivamente precisava daquele diário, depois de muita insistência da minha parte ele acabou me confessando onde eu talvez pudesse achar o que procurava e então me passou o endereço de um lugar que nunca tinha ido, mas que já tinha ouvido falar sobre. Diziam que lá costumava ser a biblioteca pública, mas que devido a estranhos acontecimentos, o prédio acabou sendo fechado com vários livros ainda lá dentro.
Indo até o lugar, notei que precisaria invadir para poder ter acesso, e foi o que fiz, com uma certa dificuldade, mas consegui entrar no prédio. Lá dentro, comecei a me sentir estranho e por vezes, enquanto andava, parecia que tinha algo me chamando ali. Apesar da escuridão que estava, o prédio como era muito antigo e estava abandonado a um bom tempo, tinha telhas faltando, e pela luz da lua que ali entrava, dava pra ver bem as coisas, e entre as estantes de livros tinha uma em especial, que estava iluminada, parecia um sinal de que o diário estava ali, então depois de revirar ela toda, tudo o que ganhei foi uma grande frustração por não ter encontrado nada. Acabei me sentando no chão e então escorando a cabeça na estante que estava atrás de mim, fiquei um tempo ali sentado rindo de mim mesmo por acreditar que eu conseguiria achar o que procurava ali, e então resolvi levantar, mas quando fui fazer isso, me senti estranho, como se algo estivesse me segurando ali, apesar de estranha a sensação não era algo ruim, era algo que me parecia familiar, então de repente, a sensação sumiu e eu consegui me levantar e ao fazer isso, acabei batendo o ombro em um dos livros que estavam na estante atrás de mim, e o mesmo caiu, ao me abaixar para pega-lo mal pude acreditar no que via, era o diário, o diário que eu estava procurando, ao toca-lo, minha visão escureceu e eu apaguei, quando minha consciência retornou, eu já não estava no prédio, mas sim em casa, deitado na cama.
Fiquei me perguntando se aquilo tinha sido um sonho, mas realmente não parecia um sonho porque eu realmente me lembro de tudo o que fiz, menos de ter ido pra casa, de toda forma, tive a confirmação de que não era um sonho quando vi o diário em cima da mesa, ao lado de meu notebook. Mas se aquilo não havia sido um sonho, o que diabos aconteceu depois que toquei no diário? Como eu acordei na minha casa? A ultima coisa que me lembro era de minha visão escurecendo e então eu... Mas que droga é aquilo? Me dei conta de que ao lado do diário, havia uma navalha, tipo aquelas de barbeiros antigos, eu nunca tinha visto aquilo antes então não tinha a minima ideia do porque ela estava ali. Quando cheguei mais perto, pude notar que o cabo se assemelhava muito a capa do livro que tinha algo escrito também, como uma gravação e esse algo era.. era o meu nome, estava escrito Jack no cabo da navalha. Eu não estava entendo o que estava acontecendo, parecia uma grande loucura e a essa altura eu realmente não tinha certeza sobre o que era real ou não e principalmente sobre o que tinha acontecido.



Bom galera, eu vou terminar a parte um por aqui, era para ser uma história de uma única parte, mas acabou que minha criatividade fez a história ficar bem maior, então vou dividi-lá em algumas partes. Espero que tenham gostado da primeira, e que se interessem em ler as continuações. Um grande abraço.
Tio Caue.

Halloween - Qual a verdadeira história?

Olá meu querido povo de Goku! Tudo bem com vocês? Hoje nós inciamos nossos posts de halloween por aqui, durante toda essa semana teremos post com esse tema, serão creepypastas (autorais), indicação de filmes e talvez algumas lendas. Para começar bem essa semana, vamos partir de qual a verdadeira história do Halloween?



No segundo milênio a.C... haviam povos conhecidos como povos Celtas, e esses povos costumavam celebrar no dia 31 de Outubro de todos os ano o Samhain, que significava o fim do verão e o inicio dos tempos de colheita em seu calendário. Eles acreditavam que durante esse dia havia uma ligação entre os vivos e os mortos e assim poderiam de certa forma se "comunicar" com aqueles entes queridos que já se foram. E para se "comunicar" com tals entes eles celebravam com alegria aquele dia, com muitos doces, bolos, e etc, também eram acendidas fogueiras para guiar os espíritos perdidos para o "outro lado".
O motivo das fantasias vem da crença de que alguns espíritos eram maldosos e usariam de truques para fazerem maldades com os vivos e nesse plano. Então, com o passar do tempo as pessoas começaram a se fantasiar com máscaras, capas, e afins, para "enganar" os espíritos e assim os impedirem de fazerem alguma maldade com os mesmo.
As abóboras eram usadas com caras feias e velas dentro para espantar os maus espíritos e duendes que pudessem tentar aprontar alguma coisa. Depois de algum tempo surgiu a lenda do Jack O’Lantern que trouxe essa "tradição" de lanternas de abóboras ainda mais a tona. (Irei falar dessa lenda num próximo post)
Doces ou travessuras surgiu devido ao costume chamado "Souling" onde as pessoas saiam a noite batendo de porta em porta pedindo "Soul cakes" ou "bolos de almas", a cada bolo que ganhasse a pessoa deveria fazer uma oração para que a alma do ente falecido encontrasse o caminho do céu. Quando a tradição chegou aos EUA, as "travessuras" foram acrescentadas a tradição, e não achei nada que falasse sobre sua origem.

Viu gente? Halloween tem nada de coisa demoníaca! Não é porque uma crença seja diferente da nossa que ela é do mal né? 

Espero que tenham gostado! 
Com carinho, Carol.



Teaser 3

Teaser 3
- Gostaria de saber como consegue continuar me seguindo mesmo presenciando as atrocidades que cometo.. Acho que deve ter algum problema sério para ser capaz de não ter medo, Mas de toda forma, não é tão ruim, já que tenho alguém com quem conversar, ou pelo menos com quem falar, já que você nunca me responde. Bem, mas chega de conversa, tenho pessoas para salvar e algumas para me alimentar, digamos assim, vamos ver até quando você vai continuar me seguindo.



Teaser 2

Teaser 2
[...] - Quando finalmente encontro algo que me faça bem, você acaba morrendo.. Sera essa o meu castigo? Quer dizer, para cada pessoa que eu salvo, alguém de quem começo a gostar acaba morrendo. Seria Deus tentando me punir? Talvez essa praga seja um castigo divino. [...]

- Ainda esta aqui? Vejo que não tem medo de mim ou talvez apenas seja curioso o suficiente para ignorar o medo e ficar.. seja qual for a sua verdade, espero que saiba que no fim, vai acabar como todos os outros, ou morrendo pela doença, ou pelas minhas mãos. Mas se acabar morrendo pelas minhas mãos, fique tranquilo pois seu cadáver terá muita utilidade para mim.

Teaser

[...] - Onde estávamos? Mas é claro, é nessa hora que você começa a gritar, me chamar de monstro e coisas assim, mas sabe, sem esse "monstro", muitas pessoas teriam perdido a vida... Realmente não deveria ser assim, mas esses impulsos, eu não consigo conte-los, por mais que eu tente, eu tenho essa necessidade de consumir essa carne pútrida.. Não se preocupe, isso durará apenas um breve instante e logo você terá o descanso que tanto desejava. [...]

- Bem, ainda não quero lhe dizer o meu nome, então por hora apenas me chame de Doutor, mas quero que saiba que é realmente um prazer conhece-lo.



Crítica: Batman vs Superman!

Olá meu querido povo de Goku! Tudo bem com vocês? (Se interessar á alguém, tô bem também) O post de hoje é a crítica a Batman vs Superman, sim, basicamente um mês depois do lançamento, mas antes tarde, do que nunca né não?


Crítica da Tia: Bom, esse sem dúvida alguma é uma das melhores, se não a melhor produção da DC dos últimos tempos na minha humilde opinião. É recheado de referências e é capaz de agradar até mesmo que não gosta de heróis, ou então não entende muito sobre o tema. 
Eu devo confessar que em questões cinematográficas eu sempre fui muito apaixonada pelas produções da Marvel, mas depois desse filme, não sei dizer o que sinto. Os personagens estão algo tão impecável, que eu realmente acredito que nossos heróis (e o magnifico vilão Lex) saíram dos quadrinhos e se tornaram "pessoas reais" digamos assim. E acho, aliás, tenho a total certeza de que o Ben merece um Oscar, pois ele com certeza é o melhor Batman que já tivemos a honra de ver. 
Desde o Homem de Aço, eu já havia gostado demais da atuação do Henry como Superman, e nesse filme não foi nem um pouco diferente, a Gal foi simplesmente MA-RA-VI-LHO-SA, eu suspirei quase todas as vezes que essa mulher apareceu porque ela além de linda, tem muito da "essência" da Mulher Maravilha, e eu mal vejo a hora de poder ver um filme inteiro só dela, Jesse como Lex, ah não explicações, que Lex Luthor incrível, sério, é aquele clássico psicopata da DC cheio das paranoias, é aquele que "faz meu tipo" haha, Amy e Jeremy fizeram papéis coadjuvante, mas igualmente incríveis. Apesar das micro participações de Aquaman e Flash, eu gostei, por dois motivos, um porque foi um jeito meio tosco, mas eficaz de colocar eles na história para o filme da Liga da Justiça, e outro porque já deu para ter um gostinho de como os heróis serão, principalmente o Aquaman. 
Eu amei a trilha sonora, a fotografia principalmente, e também amei o fato desse filme ter aberto minha mente, já que eu não uma pessoa muito fã do Superman, mas depois do filme, vejo ele de um jeito bem diferente, e bem mais humano, assim como vejo o Batman. Só para finalizar, na parte da "Martha" escorreu um suor dos meus olhos, porque foi algo realmente emocionante e eu não vejo o menor motivo para piadas e.e
O filme é foda, assistam! 

Crítica do Caue: Como eu posso descrever um sonho que se tornou realidade? Cara, sabe quando tu era mais novo e assistia o desenho da Liga da Justiça que passava no SBT? Então, assim como muitos de vocês eu também assistia e sonhava com o dia em que eu poderia ver aquilo no cinema, e esse dia chegou. Falando sobre o começo do filme, foi meio parado, eu concordo quanto a isso, mas não que isso tenha sido um problema, afinal de contas fomos apresentados a coisas importantes e conforme o filme foi avançando, só se mostrou algo realmente grandioso. A fotografia do filme é algo que me surpreendeu muito, apostar em algo seguindo a linha de Watchmen foi um dos pontos altos do filme, que sinceramente, não tem que ser coloridinho e alegre (quer isso vai assistir os filmes da Marv... digo, Disney). 
De toda forma, a trilha sonora foi outro ponto alto que me fez perder o fôlego em alguns momentos. Agora sobre os personagens, cara, pra quem me conhece bem, sabe o quanto eu realmente não gosto do Batman, mas o Ben Affleck conseguiu me mostrar um Batman que até mesmo eu fui capaz de realmente gostar e chegar a dizer que ele é o melhor Batman de todos. A Gal Gadot, cara, essa mulher é um espetáculo tanto na beleza quanto na atuação e sem dúvidas, eu fui um dos muitos que gritou e bateu palmas quando ela apareceu na tela do cinema, Jesse Eisenberg foi um Lex muito melhor do que eu poderia imaginar, eu nunca fui muito com a cara dele também, mas esse foi outro caso onde o ator interpretou de uma forma que me fez gostar muito do personagem (pra quem não gostou dele, pode ir tomar um chá de pêssego bem gostosinho :D) e agora eu tenho que falar sobre o maior herói de todos, Superman que mais uma vez foi incrivelmente interpretado pelo Henry Cavill, cara, palavra nenhuma define o que senti sobre ele no filme, foi um misto de emoções que realmente me fizeram chorar quando ele se sacrifica pra derrotar o Doomsday. 
Eu não sei exatamente se consigo descrever o quão grandioso esse filme realmente foi, e apesar de todas as críticas negativas, sem dúvida nenhuma foi uma das melhores coisas que vi no cinema. Assistam o filme e tirem suas próprias conclusões, não se deixem levar pela crítica que se diz especializada, até porque tem um site famoso ai que teve a cara de pau de dar 3,5 de nota pro reboot (lê-se lixo) do Quarteto Fantástico e deu 2,5 pra BvS.. É realmente um filme grande demais para mentes pequenas. 

Crítica da Gi: Sempre tive uma predileção pela Marvel, apesar de saber que ultimamente a DC estava fazendo ótimas produções. Minha intenção logo no começo era não assistir o filme, pois minha hype estava completamente baixa sobre ele, e o meu único interesse era apenas no Esquadrão Suicida. Eis que meu querido irmão me avisa: "sábado eu e a turma vamos ver BvS, e eu comprei um ingresso pra você também, beleza?"; bom, já não dava mais pra discutir, então bora nessa bodega!
Apesar de os lugares que meu irmão comprou não terem sido dos melhores, e de eu ter passado mal no meio do filme por causa da pequena distância entre meus olhos e aquela tela ridiculamente ENORME, digo com convicção: MEU CARALHO ALADO, QUE FILME FOI AQUELE?
O começo do filme é como o pré-show de um evento importante, ou um backstage de algum vídeo/produção, onde se mostra a preparação do terreno para o que realmente interessa. Desde o começo de tudo, eu estava torcendo pro Batman, porque eu concordava de cabo a rabo com o ideal dele: a única coisa que esse "deus" trouxe a nós foi a guerra! Ele merecia pagar por seus atos.
Falando em Batman, não posso deixar de falar sobre a atuação de Ben Affleck. Ele conseguiu se redimir do fiasco do Demolidor com um louvor admirável, incorporando o Batman já experiente na luta contra o crime, sem aquele vigor de mais jovem, porém mais estrategista do que nunca.
O Superman de Henry Cavill foi outro ponto forte: o alienígena que acolheu a Terra como lar e que faria de tudo para protegê-la, mesmo que faça um trilha de destruição por onde quer que lute. Conforme o filme foi passando, e foi sendo mostrado seu lado na história, eu admito que um centelha de simpatia por ele nasceu em mim. Já não o via mais com aquele olhar de desprezo por ser OP demais; eu agora entendia pelo que ele passava, então não o julgo mais (mas ainda prefiro o Batman, #vlwflw).
O Lex Luthor de Jesse Eisenberg foi uma coisa linda de se ver. O cara conseguiu incorporar o perfil megalomaníaco e destrutivo de Luthor, e eu nunca mais vou olhar pra um chá de pêssego da mesma forma. Gal Gadot: o que falar dessa mulher? Totalmente espetacular! A hora em que ela apareceu na luta, já empunhando escudo e espada, meu irmão, me arrepiei por inteira. Sem falar daquele solo de guitarra divino que deixou a cena uma verdadeira obra prima.
Eu vibrei e dei um berrinho de garotinha retardada quando os arquivos dos futuros membros da Liga da Justiça foram mostrados. Me julguem e preparem os tomates pra jogar mas eu mal posso esperar pra ver o Ezra Miller como Flash.
Sobre a cena da Martha: não sei porque tanta reclamação. Gente, aquela cena foi PURA REFERÊNCIA. Não sacou? Tia Gi explica: quando ele vê o Superman caído no chão, clamando pelo nome da Martha, isso o remete a cena de seu próprio pai, chamando o nome de sua mãe. Nesse momento, ele vê a si mesmo como o assassino com a arma na mão. Isso o desestabiliza emocionalmente. Foi sem dúvida alguma a cena mais bem escrita do filme. O filme estava cheio de referências, fanservices, fidelidade aos quadrinhos... Capitão América teria tido um AVC no meio da sessão.
Após a sessão, meus amigos (que estavam doidos pra assistir o filme), saíram bolados, reclamando e falando merda de algumas cenas, pois acharam que o filme não foi tudo isso. A nota deles? 6,5/7,5.
Após o filme, eu (que estava com uma hype bem baixa sobre ele), saí da sala do cinema vibrando e falando pra Deus e o mundo o quão foda o filme tava, e de como algumas cenas foram MARAVILHOSAS. Minha nota? 9.


Espero que tenha gostado
Com carinho, Equipe Super Nerd



PS: O chefe não assistiu, mas mesmo assim pediu que fizéssemos a crítica já que ele não é tão fã da DC.

Creepypasta: Episódio Perdido dos padrinhos Mágicos!

Olá meu povo de Goku! Por entre meus passeio rotineiros pelo site Creepypasta Brasil  eu achei essa história sobre os Padrinhos Mágicos e resolvi trazer até vocês, caso ainda não tenham lido! Então bora conferir?

Ok, pra começar, sou um GRANDE fã do desenho Padrinhos Magicos. Assisto sempre que posso. Ultimamente, tenho estado muito ocupado com a vida real, então acabei perdendo um monte dos episódios novos da 5 ª temporada. Uma vez que o DVD com a temporada completa foi lançado, tentei comprá-lo, mas não tinha dinheiro suficiente. Um dos meus amigos também era um grande fã do desenho, e ele acabou me emprestando sua cópia do DVD para que eu pudesse ver os episódios que perdi. Quando peguei a cópia, vagamente percebi que o logotipo da Nickelodeon estava faltando na capa. Porem, não parei para analisar isto quando peguei o DVD. Nas próximas semanas, assisti aos poucos todos os episódios sempre que podia. Quando eu estava prestes a terminar, no entanto, notei algo estranho. Havia um episódio #21. Todas as temporadas, inclusive esta, tinham somente 20 episódios. O episódio 21 se chamava "Doce Vingança". Pesquisei o episódio acima, mas sem sucesso. Então, como você pode adivinhar, escolhi o episódio e comecei a assisti-lo... E é ai que as coisas começam a ficar fudidas.

O episódio começa com uma qualidade extremamente boa, quase melhor do que a dos os outros episódios. Já o episódio em si começa como qualquer outro episódio: Timmy acorda, seus padrinhos mágicos o cumprimentam, etc, etc. Cerca de 1 minuto depois, depois que ele sai de seu quarto, ele desce as escadas por cerca de 5 segundos, até que seu pai entra pela porta da frente segurando um enorme facão todo sujo de sangue em suas mãos. Timmy, tão apavorado quanto eu estava neste momento, grita meio choroso: "Papai, o que você fez?!?"

Seu pai resmunga alguma coisa, mas você mal consegue entender uma palavra sequer do que ele diz, exceto pela palavra "berg". Minha mente estava apavorada demais para processar alguma coisa. Então seu pai anda normalmente (mas com aquela sensação maldosa de quem sucedeu algo) até a sala para a cozinha, onde ele limpa o facão com um pano e o guarda no armário como se nada tivesse acontecido. Minha mente queria parar, mas continuei assistindo.

A cena seguinte mostrava Timmy brincando em seu quarto, com uma expressão de medo, como se tivesse acabado de ver um fantasma matar seu pai. A câmera muda para um ângulo diferente, onde você pode ver por fora da porta, e então, a forma de seu pai anda vagamente pelo corredor com o facão na mão. Cosmo instantaneamente avisa Timmy o que estava acontecendo, e eles tentam desaparecer para longe, mas o pai do Timmy freneticamente entra no quarto e tenta pega-lo, e com isso, acaba jogando o facão em Timmy, terrivelmente errando e acertando bem no meio de um dos olhos do Cosmo. Cosmo solta um grito muito agudo a desesperado e começa a correr em circulos, enquanto muito sangue é derramado por todo o quarto. Wanda, pensando que Cosmo já teria desaparecido, também desaparece, não sabendo o que aconteceu ao seu marido. Timmy, sendo tele transportado a uma parte da cidade pouco movimentada, tenta achar um telefone e ligar pra polícia. Quando ele finalmente encontra um e pega o telefone público, ele instantaneamente ouve uma voz... Era a voz de seu pai, exceto que sua voz estava sendo abafada por uma voz um pouco mais demoníaca. Assustado, ele fecha os olhos com força e tenta acordar, como se estivesse dentro de um sonho. Porem, antes que perceba, ele não consegue mais abrir os olhos, e aparentemente eles estavam derretendo sem parar, como cera de vela, impossibilitando que Timmy abra-os novamente.

Depois disso, ele acorda assustado em sua cama como se nada tivesse acontecido. Só que suas fadas não estavam lá para cumprimentá-lo, mas ele podia ouvir uns sons de choro vindo do outro lado do quarto. Quando Timmy, desta vez com uma expressão muito séria no rosto, olha para seu lado direito, ele vê que os sons de choro estavam vindo de Wanda; ela estava deitada no chão chorando sem parar, e 5 segundos depois, pude entender porque... A câmera se afasta para mostrar o cadáver de Cosmo, o facão ainda enfiado em seu crânio, com seus olhos arrancados e o sangue escorrendo em volta dele. Timmy olha para fora de sua janela, somente para ver alguns de seus vizinhos empalados pela cabeça em um espinho gigante no meio da rua. Então a câmera muda para mostrar o rosto de Timmy. Seus olhos se enchem de sangue, e vários flashes de uma espécie de código binário aparecem ao redor da tela, e então, os créditos finais aparecem. Rapidamente olhei para um dos códigos binários, e consegui traduzi-lo: "Ele foi o primeiro, você é o próximo. Quando ver a luz vermelha, sua vida irá acabar."

Eu estava completamente pálido de tão apavorado, porem mais tarde naquele dia, fiquei sabendo que um lunático havia assassinado 3 pessoas, enfiando-as em uma estaca pela cabeça, perto dali. Eu estava tão assustado que meu coração quase parou por completo. No dia seguinte, meus pais LITERALMENTE tiveram que me obrigar a ir à escola. Quando cheguei lá, fechei meus olhos, quase em posição fetal, quando de repente vi um flash de uma luz muito brilhante e vermelha. Eu fiquei tão assustado que quase me caguei de medo. Quando abri meus olhos, eu vi o amigo que havia me emprestado o DVD, morrendo de rir.


Com carinho, Carol.

Creepypasta: Batman uma história ainda não contada

Olá meu povo de Goku! Temos hoje uma creepypasta escrita pela minha pessoa! Espero que gostem!




A morte dos pais acabou mexendo com a cabeça do pobre garoto, ele já não era mais o mesmo desde aquele dia, acreditava que estava sozinho e não deixava os avós cuidarem dele e o fim que restou a ele foi ser internado. Ele está aqui desde que tinha 8 anos de idade e desde então se tornou um caso perdido...

Ele vive dentro de um quarto trancado. Ele não deixa os enfermeiros cuidarem dele, e nem tão pouco medica-lo. Ele repete insistentemente "Eu sou o que Gotham precisa", e sempre que tentam acalma-lo ele usa a força e acaba sempre sendo dopado. Alan seu enfermeiro, se pergunta o que ele sonha enquanto está dopado...

"- Veja aquele sinal no céu Alfred, eles estão me chamando outra vez! - Disse Bruce ao seu mordomo e fiel cúmplice.
- Vai usar o Batmovel senhor? - Perguntou Alfred.
- Por favor Alfred. - Bruce diz a Alfred, e ele assente e saí.
Alguns minutos depois ele aparece vestido de uma armadura negra como a escuridão e com um morcego estampado em seu peito. Ele usa uma mascara que remete a imagem de um rosto de morcego e fica basicamente irreconhecível. Ele entrou num carro grande e aparentemente blindado, deu partida e então saiu para mais uma vez defender Gotham, e ser o que Gotham precisa. Não demorou muito e ele estava de volta ao seu esconderijo estava com um braço sangrando e mancando da perna esquerda. Ele ficou lá sozinho cuidando de seus ferimentos até seu fiel mordomo chegar:
- Problemas em pegar os ladrões ontem a noite patrão? - Perguntou Alfred sorrindo descaradamente.
- Sim, e tem um novo cara louco. - Respondeu Bruce num tom de voz risonho.
- Um louco senhor? Diferente dos que enfrenta todos os dias? - Questionou Alfred.
- Sim, ele usa maquiagem e se diz um agente do caos. É perturbador Alfred. - Alfred não o respondeu apenas o ajudou com o curativos e acompanhou Bruce até em sua verdadeira casa."

Após uma tentativa mal sucedida de medicar Bruce, um médico encontra com Alan e lhe faz algumas perguntas:
- Bruce ainda está dando trabalho? - Perguntou o médico á Alan.
- Sim senhor, fomos levar a medicação á ele e fomos atacados. O meu caso não é tão grave como o dos outro caras. - Respondeu Alan.
- Essa cicatriz, de onde veio? - Questionou o médico mais uma vez a Alan.
- Ah, isso aqui aconteceu há alguns anos atrás quando fui tentar acalmar Bruce. Ele havia conseguido um lamina e quando finalmente o deitei para o sedar ele me atacou passando a lamina pelo meu rosto, e dando forma a essa cicatriz. - Respondeu Alan com um ar meio triste.
- Por que ainda ajuda esse garoto? Não está claro para você que ele é um caso perdido? - Pergunta sério o médico.
- Se eu posso ajuda-lo, porque deixa-lo? - Responde Alan indo em direção ao elevador.

Os dias foram passando e o quadro de Bruce foi se agravando e cada vez mais ele se tornava um caso perdido e passava mais tempo dormindo do que acordado, passava mais tempo em seus sonhos delirantes.

"- Ele está me desafiando cada vez mais Alfred, ele está me provocando. - Disse Bruce á Alfred.
- E o que pretende fazer patrão? Prende-lo? - Questionou Alfred.
- Acho que dessa vez prender não será o suficiente Alfred. - Responde Bruce sério.
- O senhor não pretende mata-lo não é? Isso iria contra suas regras. Isso faria do senhor um assassino. Disse Alfred.
- Eu sou o que Gotham precisa Alfred. -Disse Bruce indo em direção ao esconderijo.

Naquela mesma noite Bruce vestiu seu uniforme e saiu sem avisar a Alfred, o fato de não saber a onde Bruce estava deixava Alfred preocupado e com a estranha sensação de que algo sairia errado.

Bruce estava num galpão velho vestindo seu traje de homem morcego, esperando aquele o qual ele apelidou de Coringa. Na primeira vez que encontrou tal sujeito Bruce lhe abriu um corte na boca de ponta a ponta formando um macabro sorriso de palhaço, sem contar as outras demais vezes em que ele lhe deu uma surra. E mesmo com toda essa violência o palhaço sempre voltava para o atacar e atacar á Gotham, Bruce decidiu que naquela noite era a hora de por um fim em tudo isso.

- Esperando por mim morceguinho? - Perguntou Coringa.
- Eu vou matar você! - Respondeu Bruce
Então ele partiu para cima do Coringa e deixou que a raiva falasse mais alto, ele deu vários socos e chutes em coringa, que estranhamente ria e isso o deixava ainda mais furioso. Quando sua raiva já não era tanta ele jogou Coringa para um canto na parede e ficou olhando ele sangrar e gemer, quando achou que já era o suficiente o Coringa se levantou:
- Por que machucar alguém que só estava tentando ajudar você? - Perguntou Coringa
- Você não quer me ajudar! - Gritou Bruce dessa vez pegando Coringa pelo pescoço e o erguendo, ele estava usando de toda sua força para estrangular o Coringa. Ele se debatia e dizia
"eu só queria ajudar você..." "

- PARE BRUCE! BRUCE VOCÊ VAI MATA-LO! PARE! - Gritava a enfermeira enquanto outros três enfermeiros tentavam soltar suas mãos do pescoço e Alan, que foi quem tentou o ajudar desde que chegara ali.
- BRUCE JÁ CHEGA! - Entrou um médico de cabelos grisalhos chamado Alfred e somente ele fez com que ele soltasse o pescoço do jovem enfermeiro que caiu com tudo no chão.
- O pulso dele está muito fraco. - Disse a enfermeira.
- Tirem ele daqui! - Ordenou o médico, e rapidamente os enfermeiros tiraram o rapaz daquele quarto.
- Vamos dormir um pouquinho Bruce. - Disse Alfred á Bruce enquanto lhe dava um sedativo muito forte e ele dormiu por um dia inteiro.

O enfermeiro que foi atacado por Bruce ficou entre a vida e a morte, e devido as circunstância foi proibido de cuidar de Bruce já que ele poderia tentar mata-lo outra vez. Desde que Bruce chegou la Alan foi quem mais tentou ajudar Bruce. Mesmo tendo apanhando incontáveis vezes, mesmo tendo de carregar uma cicatriz horrível em seu rosto para o resto da vida, mesmo quase toda semana estar de olho roxo e mesmo ele quase o matando, ele queria continuar o ajudando pois ele sabia o que era perder pessoas importantes e ter medo da própria mente.

Bruce nunca mais atacou ninguém. Desde aquele dia, ele passou a usar uma camisa de força, e viver dentro de uma sala acolchoada onde ele não tinha mais contato com quase ninguém sem ser seu médico Alfred. Todos já perderam a fé de que ele possa um dia melhorar, Bruce era um caso perdido e viveu o resto de sua vida no sanatório falando a todos: "Eu sou o que Gotham precisa"...

C. M. de Lima









Creepypasta: Dragon Ball Z - A Vingança de Yamcha.

Oi oi gente, mais uma creepy também do site Creepypasta Brasil! Como vocês devem ter notado eu adoro creepys sobre episódios perdido/banidos, então hoje teremos essa sobre Dragon Ball.



Descobri a pouco tempo o que são episódios perdidos. Percebi que pela internet as pessoas costumam se interessar muito por essas coisas, então decidi contar algo que aconteceu comigo. É algo que preciso desabafar. Vocês vão decidir se querem acreditar ou não, mais as lembranças continuam bem nítidas em minha mente.

Isso aconteceu a uns 10 ou 11 anos atrás. Eu fui a uma velha loja de filmes. Eu e os meus amigos na época estávamos na onda de Dragon Ball Z. Então quando vi uma fita de Dragon Ball Z, claro, eu a agarrei logo. A capa apresentava os personagens normais. Goku, Piccolo, Kuririn, Gohan, Videl, Goten, Trunks, e um Yamcha muito borrado. Eu não me preocupei muito, já que era uma fita de segunda mão, a capa já estava muita gasta. Eu paguei pela fita e fui para casa. Convidei alguns dos meus melhores amigos para assistir comigo.

Pus a fita no videocassete e a musica de introdução da fase de Majin Boo tocou normal. Mas dessa vez Yamcha aparecia no final reunido com os personagens logo atrás de Bulma e ao lado de Piccolo, isso não estava certo, Yamcha não aparecia nessa abertura, e ele continuava borrado, assim como na capa, e os seus olhos estavam... diferentes. Um brilho vermelho vinha deles. Eu e meus amigos achamos aquilo estranho, mas continuamos a assistir.

O título do episódio era “A Vingança de Yamcha!” Nós nunca ouvimos sobre esse episódio então supomos que era um episódio raro, ou algo assim. O episódio começou. Passava-se depois que o Majin Buu foi derrotado, e todos estavam comentando o quão difícil foi para derrota-lo. Provavelmente um episódio chato, cheio de conversa e sem pancadaria. Então Kuririn apareceu para se encontrar com os outros. Eu lembro de Goku perguntando “Pensei que o Yamcha estava com você”.

Kuririn respondeu muito triste “Eu o perdi” e todos se assustaram.

Lembro que Goku perguntou como aconteceu ou alguma outra coisa, então todos os personagens olharam para o céu e fizeram uma cara de espanto, o vídeo ficou escuro. Continuei apertando o PLAY e nada. Então ouvi gritos. Eram gritos iguais aos dos personagens. A imagem voltou com todos os personagens caídos e mutilados. O único de pé era Vegeta. A voz de Yamcha surgiu em um tom demoníaco.

“Oh veja, O príncipe está com medo”

Então Vegeta caiu. Corri para desligar o vídeo, e Yamcha falou.

“Não há como fugir de mim”

Eu e meus amigos entramos em pânico. Como algo tão ridículo assim poderia estar acontecendo? Isso não parecia real. A tela se encheu com o vermelho do sangue dos personagens. E Yamcha apareceu na tela. Com olhos vermelhos, pálido como um fantasma. A TV desligou.

Tentamos nos acalmar e ligamos as luzes. Elas se apagaram imediatamente. A TV começou a piscar. A cada flash aparecia o rosto ensanguentado de um personagem morto. Ficamos horrorizados. O que era aquilo? Alguma fita amaldiçoada? Não era real, só podia ser um sonho. Como pode acontecer algo assim em um episodio de Dragon Ball Z? Eu arranquei a fita do videocassete e tudo voltou ao normal. Tinha algo escrito na fita.

“Boa noite.”

Meus amigos sairam correndo da casa, me deixando sozinho com a fita. Sozinho no escuro. As luzes se recusavam a acender. Então sentei e pensei sobre Yamcha. Eu nunca dei muita atenção para ele, sempre o achava um tolo, e nunca servia para nada. Será que os responsáveis pela produção do episódio quiseram mais violência, como Yamcha poderia ficar assim? Não fazia sentido. O que diabos era aquilo? Esse episódio era uma brincadeira de mau gosto.

Sai de casa. Meus amigos ainda estavam lá fora.

Eles decidiram que ficariam por mim. Peguei a fita, cuspi nela e a joguei no esgoto. Como meus pais estavam viajando meus amigos decidiram passar a noite na minha casa. Nós dormimos um pouco mais tranquilos.

Fui despertado pelo som de estática vindo da sala. Minha TV estava desligada. Como era possível? Tentei acordar meus amigos e estavam todos pálidos e gelados. Eles estavam... mortos?

Gritei o mais alto que pude “ISSO NÃO É REAL. É UM PESSADELO!”

E uma voz respondeu “Não, essa é a minha vingança.”

Corri para o banheiro e tranquei a porta. Então olhei para o espelho. Meu reflexo se transformou no próprio Yamcha. O espelho rachou e se partiu em vários pedaços. Um pedaço bastante pontiagudo voou direto para o meu olho. Eu gritei de dor. E... acordei de repente.

Eu ainda estava deitando em minha cama, meus amigos também estavam por ali dormindo. Chequei se estavam vivos e fiquei aliviando ao perceber que estavam todos normais e respirando. A TV continuava desligada e silenciosa. Mas tinha algo em cima da mesa.

A maldita fita estava em cima da mesa. Com a mesma capa desbotada. Peguei a droga da fita e fui de bicicleta para a loja de onde comprei. Eu estava com tanta raiva que ao me aproximar da loja comecei a pedalar mais rápido. Passei com bastante velocidade e arremessei a fita com bastante força para dentro da loja. Continuei pedalando sem parar para que ninguém visse quem a arremessou, eu também não queria meu dinheiro de volta.

...

Uma semana depois, um dos meus primos me ligou perguntando se eu gostaria de ir para a casa dele passar o final de semana e assistir a uma fita de Dragon Ball que ele tinha acabado de comprar. Ele disse que a capa da fita estava um pouco borrada. E também disse que o vendedor tinha uma cicatriz na testa e parecia doido para se livrar dela.

Eu imediatamente pedi que ele se livrasse da fita e não me ligasse mais.

Até hoje ninguém sabe quem invadiu a casa do meu primo e o esquartejou. A fita sumiu e ninguém acreditaria se eu contasse quem foi o culpado. 

Creepypasta: O ceifador das almas

Creepypasta: O ceifador das almas
Oi oi gente, como todo começo de semana uma nova creepypasta! Essa fui eu que escrevi e já tinha postado no meu blog, mas como eu gosto muito dela vou compartilhar com vocês, haha. Espero que gostem!

"Ele está lá quando nascemos, ele está lá quando crescemos, ele está lá quando rimos ou choramos. Ele está lá o tempo todo até esperar o momento certo para nos levar com ele..."

Acordar no meio da noite gritando, suando, e tendo a sensação de estar sendo estranhamente observado, perdi a conta de quantas vezes isso me aconteceu durante toda minha vida. Talvez esse tenha sido uns dos motivos para mim desenvolver algumas fobias como acluofobia, mas de certa forma eu já estou curada das fobias e os pesadelos, bem eles acontecem não é mesmo?
Morar sozinha aos 25 anos estava nos meus planos de vida, ter anemia agressiva não. Mas não há nada que eu possa fazer quanto á isso, a não ser é claro me cuidar. E tentar não morre antes do 40. Trabalhar com fotografia sempre foi uma paixão, uma paixão cara, mas uma paixão. Ver e fotografar os mais diferentes e belos rosto desses lugares que frequento, ver crianças lindas quase todos os dias e poder registrar belos momentos com as mais diversas pessoas me faz esquecer os problemas. Inclusive das minhas doenças.
Perdi minha irmã por uma brincadeira idiota que a deixou em coma por anos. Minha mãe coitada, sofreu pela morte da minha irmã até a dor de ter perdido a filha a matar. Meu pai, ah meu pobre pai não aguentou assim como minha mãe a dor da morte e deixou que seu corpo fosse sendo consumido pelo tempo. E eu, bem eu ainda não morri, mas carrego a dor de todas essas perdas no meu peito e luto para viver por mais algum tempo. Embora eu saiba que a morte me persegue.
Eu odeio ir á médicos, eles só servem para nos mostrar que nossos corpos são podres e decadentes, uma dessas vezes quando estava numa daquelas salas onde se tira sangue e outros exames um homem de aproximadamente 30 anos veio puxar assunto comigo:
- Anemia? - Perguntou ele.
- Sim e você? - Perguntei.
- É uma longa história.- Ele respondeu sorrindo
- Eu tenho mais de 5 exames para fazer hoje, digamos que tenho tempo para longas histórias. - Respondi sorrindo também.
- Bom, então vamos lá. Eu sou um soldado de guerra, sou o comandante de um pelotão. Houve uma guerra onde ficamos expostos á substâncias químicas, foi um verdadeiro caos os soldados correndo e procurando máscaras para se salvarem, eu cedi minha máscara á umas das minhas soldadas, o que acabou prejudicando meu organismo. - Ele disse com uma expressão triste.
- Eu sinto muito. - Disse.
- Não se preocupe isso já faz 30 anos. - Ele responde sorrindo.
- Senhor Leonard? Já pode ir pra casa. - Disse uma enfermeira
- Eu já estou indo, foi um prazer conhecer você Luna. - Disse ele sorrindo.
Ele foi embora, e eu fiquei ali esperando aquele hospital sugar meu sangue e vida, e me perguntando como aquele homem sabia meu nome e como era tão velho mesmo parecendo tão novo. Devo ter ficado ali por mais ou menos umas duas horas, tirando sangue, entrando dentro de máquinas, e outros exames. Para no final de tudo um médico me dizer que estou morrendo: grande novidade! Dali uma semana começavam meus tratamentos. É preciso coragem para sobreviver. Com um pouco de ódio do maldito diagnostico fui até a uma lanchonete perto de casa e passei quase o dia todo lá, arrumando fotos, adiantando trabalhos e outras coisas. Aquele maldito homem apareceu outra vez de uma hora para outra:
- Se vingando do diagnostico? - Ele perguntou com um sorriso irônico.
- De certa forma sim, e você? Está me seguindo? - Perguntei sem tirar os olhos do meu computador.
- Não, é apenas destino. - Ele respondeu sorrindo.
- Sei. - Respondi ainda sem tirar os olhos do computador.
- Gostaria de dar um aviso Luna. Não fique espalhando suas histórias de terror por ai, pode ser perigoso. - Ele disse sério.
- Não me diga o que fazer! - Respondi com raiva. E quando percebi ele não estava mais ali.
Comecei meu tratamento, como não havia ninguém com quem contar em casa eu e os médicos decidimos que era melhor que eu ficasse internada até o fim do tratamento. E mesmo naquele hospital os pesadelos voltavam á me atormentar.
Parece um tanto bizarro, mas acredite ou não podemos sentir a presença dele, e sentir a presença dele significa que estamos cada vez mais perto da morte. Embora eu tivesse recebido dos mais diversos avisos, no meus sonhos, no meio do dia, e afins eu ignorei á tudo e a todos e eu estou mais uma vez repassando essa história, sobre esse homem que está o tempo todo nos observando, desde nossa nascimento até a ultima batida de nossos corações. Ele não gosta que falemos deles por ai, nem tão pouco que contemos de nossa experiências, mas falar sobre a morte quando esta prestes a morrer não faz diferença alguma. O problema está quando se está bem e saudável e se está lendo a história de quem não deveríamos conhecer...
Já haviam se passado mais ou menos três semana desde que comecei meu tratamento, e posso sentir a presença dele. Senti um calafrio, e minha espinha se arrepiar, o ar parecia mais frio e os corredores pareciam escuros. Era ele.
Ele está lá quando nascemos, ele está lá quando crescemos, quando choramos ou sorrimos, ele está lá o tempo todo esperando o momento certo de nos levar. Quando você acorda no meio da noite e tem a impressão de estar sendo observado saiba que é ele que está ali te encarando e isso é um sinal de que logo você irá embora com ele. Não se assuste mas ele está te encarando fixamente agora. Cuidado, pois a próxima alma pode ser a sua.


~C. M. De Lima

Creepypasta - Apenas um show

Oi oi gente, tudo bem com vocês? Hoje é dia de Creepypasta e essa eu retirei do site Creepypasta Brasil, quem quiser pode enviar para a gente na fanpage. É isso meus xuxucos (KKK) espero que gostem!



Olá, eu gostaria de escrever isso, em caso de que algo aconteça comigo. Aconteceu dois anos atrás, quando eu e meus colegas de quarto assistíamos a um... estranho episódio de "Apenas Um Show"

Era uma noite bem normal. Era abril em um entardecer. Eu estava zapeando alguns canais na TV, Riku estava estudando, Sora e Kairi estavam "se divertindo", se é que você entende do que estou falando... Sendo um sábado, significava que teria um novo episódio. Eu chamei Sora e Kairi, e eles vieram para a sala.

O programa estava começando. O titulo do episódio era "Tudo Acaba". Eu achei que o tema seria sobre Mordecai e Rigby acidentalmente causar o fim do mundo, e ter que reverter o tempo e espaço. Mas não. Nada acontece do nosso jeito. O episodio começou. Mordecai e Rigby estavam assistindo TV quando um anuncio de uma loja de armas apareceu na tela deles. O seguinte exato anuncio foi esse:

"A loja Armas do Greg agora está aberta! Temos espingardas, revólveres, Snipers, até lançadores de mísseis! Dispare nossas armas! Mate seus amigos- espere, esqueçam a última parte! Venha para a Armas do Greg!"

Eu levantei uma sobrancelha em um estado de confusão. Porque eles colocariam algo desse tipo em um programa de TV-PG (NT: Orientação Paternal de TV, desenhos animado que não devem ser visto sem a autorização dos pais, assim como Futurama ou Os Simpsons, dentro das leis do EUA, ou algo do tipo)? Quer dizer, eles tinham já quase passado dos limites algumas vezes, mas isso era demais.

"Mate seus amigos, é? Mordecai está para uma surpresa..."

Puta merda! Mas que merda é essa que Rigby acabou de dizer? A tela sumiu e reapareceu na loja de Armas. Dentro, Rigby estava conversando com um loiro obeso, que supostamente era Greg. único problema: A cena estava em Sueco. E nem parecia com a voz do ator que dublava Rigby. Por sorte, nascido em Estocolmo, eu entendia fluentemente de sueco, e traduzi as cenas para meus amigos.

Greg: "Que tipo de arma você quer, filho?"

Rigby: "Vou levar um RPG-7."

"Greg: "Ah, um lançador de míssil! O que fará com isso? Ajudar com uma demolição de um prédio condenado na cidade?"

Rigby: "Não, eu vou matar meu amigo."

Greg: "...Hein?"
Rigby: "Você me ouviu. Você disse no comercial."

Greg: "Eu cometi um erro durante o comercial, então se você deseja para isso, eu não te venderei."

Rigby: "ME DE A PORRA DO LANÇA MÍSSEIS!!!"

Rigby pulou em cima de Greg. Ele tirou uma serra elétrica absolutamente de LUGAR NENHUM, e arrancou fora os testículos de Greg, assim fazendo com que o mesmo morresse por perca de sangue. O sangue nem sequer parecia fazer parte da cena. Ele parecia real, como se fosse feito de um péssimo jeito no Photoshop. Rigby saiu furioso da loja e a tela ficou preta.

A cena foi direcionada para o parque. Parecia muito assustador. As árvores e a grama estavam mortas e a chaminé na casa de Pop estava pegando fogo. Rigby abriu a porta. Ele tinha sangue em seu rosto. Ele chamou Mordecai, agora em inglês de novo. Mordecai desceu as escadas perguntando o que Rigby queria. Ele tragou em algo que parecia um baseado e mirou o míssil. Ele apertou o gatilho e disparou. O míssil atingiu a casa pela porta. Dentro, Mordecai havia sido atingido pelo Míssil. Ele estava totalmente desintegrado, suas vísceras e sangue voando para todos os lados. Nó tínhamos a visão da casa por fora. A explosão parecia muito real, e também o sangue que respingava dela. As cabeças de Pop e Mordecai estavam pousadas perto de Rigby, que ria em um tom demoníaco.

Kairi correu para fora da sala e Sora seguiu ela, então era só eu e Riku. Eu falei para ele que o que estávamos vendo ali e a gora nunca mais seria possível ser visto de novo por olhos humanos. Voltando ao episódio, Rigby estava totalmente alvoroçado. Ele jogava mísseis em todas as direções. Partes de adultos, crianças e até bebês estavam voando pelos ares. Rigby virou o lança míssil em direção ao prédio de Benson. Ele disparou, e o prédio explodiu. O corpo de Benson caiu perto de Rigby. Então Rigby falou com o tom da voz soando demoníaco:

"Esse universo já era! Tudo está destruído. Agora, sendo sucedido em destruir tudo ajudando o Satan. Começando com o novo universo DELE!" Ele apontou para o telespectador. "Você, você que esta assistindo esse episódio, estará morto muito em breve. Lembre disso.... Tudo Acaba." Ele disparou o míssil para a tela e a televisão desligou. Riku vomitou e eu corri para meu quarto.

No próximo dia, Sora me chamou para a sala de estar. Aparentemente, ele tinha visto algum grafite no lado do prédio do nosso apartamento, e parecia ter algo relativo ao episódio. Ele nos levou ara fora, e nos mostrou o grafite. Parecia ter sido escrito com sangue seco. Dizia, "DEVAGAR, O MUNDO SUCUMBIRÁ SOB MEU PODER." Riku suspirou, e pensou alto, "Alguma outra pessoa viu esse episódio?"

Kairi puxou o celular do bolso e ligou para as cabeças do canal, sendo que seu primo era um dos artistas do storyboard dos Teen Titans. Ela falou por alguns minutos, então levantou as sobrancelhas em uma expressão de preocupação. Então começou a ficar enfurecida e jogou o celular em um beco na rua.

"O que... o que aconteceu?" Sora perguntou para ela, preocupado. "Eles não sabem nada a respeito do episódio. Eles falaram que Rage Against The TV estava passando." Eu gruni, e andei até seu celular (que não estava quebrado) e liguei de novo para eles. Eu perguntei se poderia falar com J.G Quintel, o criador e dublador de Mordecai.

"Olá, posso ajudá-lo?" Quintel perguntou. Eu respondi "Sim, você sabe alguma coisa sobre um episódio do Apenas Um Show chamado Tudo Acaba?" Ouve uma pausa, e achei que ele tinha desligado o telefone, mas ele respondeu "Hm, sim. Eu e uns amigos fizemos como piada por volta de 2006. Olhando de volta naquele tempo agora, me enoja. Me enoja muito mesmo. E-eu não sei, não sei como eu pude fazer algo tão sádico."

Eu acenei com a cabeça, mesmo estando no telefone e perguntei " Porque você o fez? Você tinha alguma razão para?"

Ele explicou, "Veja, tinha esse cara... não posso falar seu nome, mas ele destruiu um apartamento na minha cidade. Foi por volta desse tempo eu estava fazendo todos os personagens, e imaginei Rigby como um psicopata, sádico... basicamente, a serie se desenvolveria em volta de Mordecai tentando mudar a vida de Rigby. Então eu ouvi isso nos jornais, e pense comigo 'Uau, isso poderia estar em um episódio.' "

"Quem foram os dubladores? Porque uma cena estava em Sueco?!"

"As vozes eram...meus colegas de quarto. O que dublou Rigby gostava de ficar no comando de tudo. Não gostava de ser comandado por ninguém."

Eu olhei para Sora. Você se lembram que, mais cedo, Sora e Kairi estavam transando antes do episódio começar. Sora sempre era dominante sobre Kairi. J.G continuou.

"O que dublou Greg era um estudante de intercambio Sueco. Ele fez a voz de Rigby e Greg em sueco. Ele sempre estava com medo do cara que dublava Rigby em inglês, achando que ele o mataria enquanto dormia ou algo do tipo."

Eu olhei para Kairi. Como você pode suspeitar, ela era submissa em relação a Sora.

"Por último, Mordecai foi dublado por um cara que odiava tudo sobre a sociedade. Politica, religião - tudo. "

Riku se encaixava nesse papel. Além do mais, eu também odiava a sociedade. Eu falei.

"Parece que você descreveu eu e meus amigos."

Não ouve resposta.

"Quintel? Quintel?"

Não era como se ele tivesse desligado. A chamada ainda esta rodando. Depois uma voz muito estranha gritou no telefone:

"EU TENHO ELE. AGORA, EU ESTOU INDO ATRÁS DE VOCÊ E SEUS AMIGOS."

Eu desliguei e joguei o celular em uma lixeira, quebrando o mesmo no meio. Corri até onde estavam meus amigos. "Nós precisamos ir. Agora."

Eu expliquei toda a situação para eles, e eles acreditaram em mim. Nós pegamos tudo que precisávamos e dirigimos para longe da cidade. Até agora, nos dirigimos por volta do país em uma RV com outros amigos. Nós fazemos dinheiros fazendo shows com nossa banda, chamada The Lowlives. Eu canto, Sora e seu meio-irmão Roxas tocam guitarra, Kairi toca bateria e Riku toca baixo, a prima de Kairi, Namine toca as partes eletrônicas e nossos amigos Axel e Xion tocam percussão.

Eu mantive o episódio em uma fita de VHS. Eu tentei mostrar o episodio para os outros, mas to que aparecia era Rage Agains the TV. Até agora eu acho que a TV estava possuída ou algo do tipo. Lembram o que eu disse sobre nunca mais ser visto por humanos? Eu estava certo.

Creepypasta: Hora de Aventura - O episódio Perdido

Oi oi gente, para começar a semana bem, resolvi trazer um creepypasta do Hora de Aventura. Espero que gostem, e gostaria de lembra que eu retirei essa creepy do blog Creepypasta Brasil. É isso beijos...


.
Todos vocês já devem ter ouvido falar do novo desenho do Cartoon Network, chamado "Hora de Aventura". E todos vocês provavelmente já viram a estreia... ou pelo menos acham que viram.

Eu estava acordado na sala, eram cerca de 3:30 da manhã, e eu estava assistindo a TBS. Estava passando de canais procurando algo bom pra assistir, até que me deparei com um novo episódio de “Hora de Aventura”, chamado "Socrates Wish". Nisso, coloquei no Cartoon Network, e a introdução do show já estava terminando. Encostei-me a minha poltrona, esperando para assistir o mais novo episódio da série.

O que vi foi extremamente desagradável. O episódio começou no Reino Doce, com Finn e Jake correndo para as portas principais do castelo. Eles empurraram a porta violentamente, e eu vi que a cabeça do Mordomo havia sido mordida por algum tipo de dragão que estava ao seu lado. O sangue esguichava do pescoço de PB, e o dragão olhou para Finn e Jake. Rapidamente, o dragão em questão voou para longe.

A dupla andou pelo castelo, se deparando com todos os tipos de cidadãos do Reino Doce mortos, ou apenas sentados, sorrindo ameaçadoramente. Eles passaram ao lado de Cinnamon Bun, que estava sentado e sorridente, quando de repente, ele agarra a perna de Jake. Finn tentou jogá-lo para longe, mas não conseguiu. Jake, então, ficou completamente marrom, e alguns barulhos de esmagamento podiam ser ouvidos, enquanto ele caia no chão duro como uma pedra. Depois de alguns segundos encarando o corpo de Jake, Finn, cauteloso, continuou a andar pelo castelo.

Ele chegou à parte principal do palácio. Princesa Jujuba podia ser visto vista sentada em seu trono.

"Oh, Finn, obrigado por ter vindo! Todos os meus cidadãos se transformaram em zumbis!"

Eu mal pude entender isto, devido ao fato de que o áudio estava um pouco distorcido.

"Sem problemas, princesa. Mas acabei perdendo Jake no caminho pra cá... Alguma chance de você ajudá-lo?". O áudio se distorce novamente.

"Finn, não podemos ajudar as pessoas no Japão, podemos?". Finn se aproximou.

"No Japão, mas o que--“. De repente, o trono gira rapidamente, revelando outro trono por trás dele. Nele, estava a Princessa Jujuba, toda esverdeada e com metade de seu corpo faltando. Tudo o que restava eram os ossos. Ela pulou em direção ao Finn, mordendo violentamente sua cabeça. Muito sangue escorre de sua ferida, até que Finn cai, morto.

Uma musica estranha de violino (parecia com a musica de abertura do desenho, só que mais lenta) começou a tocar enquanto alguns zumbis carregavam os cadáveres de Jake e Finn pra fora do castelo. Eles atiraram-os do penhasco, e em seguida, comemoraram. De repente, eles voltaram ao normal, mas pararam segundos depois e fixaram para o penhasco, sem se moverem. A cena abruptamente muda para preto, e então um texto branco aparece, mostrando o seguinte:

"ESTE EPISÓDIO DE HORA DE AVENTURA FOI RETIRADO DO AR PELO GOVERNO DEVIDO AO SEU CONTEÚDO IMPROPRIO. VOLTAREMOS EM INSTANTES COM NOSSA PROGRAMAÇÃO DO CARTOON NETWORK. SENTIMOS MUITO PELO TRANSTORNO.".

Foi uma experiência traumática, com certeza. Demorei muito tempo pra conseguir pegar no sono, apenas para ser acordado pela minha mãe logo em seguida: era meu primeiro dia de volta as aulas.

DEEP WEB. O submundo da internet

De uns tempos pra cá eu tenho pesquisado bastante sobre a deep web, nunca visitei um site da deep web e nem pretendo visitar. Mas você sabe o que é a deep web?


Muita gente acha que a deep web é outra internet, algo separado do que nós normalmente usamos, se você pensa assim, saiba que você esta enganado. Não há duas redes, é apenas uma e o que você usa meu amigo é apenas 4% do que existe... os outros 96% são sites que não aparecem no  seu navegador por que não são... legais vamos dizer assim.

A Deep web é nada mais que um lugar na internet que você nunca viu por ser censurado. Mas existem navegadores que permitem você achar esses sites.
Mas o que são esses sites? Meu querido, Você encontra de tudo naquele lugar. Se você for atras de merda, tu vai achar, não procure por isso, é perigoso. sites de assassinos de aluguel, sites de prostituição, satanismo , pedófilos, criminosos de todos os tipos...
Segue aqui algumas imagens, as mais fraquinhas.






Ta , só queria avisa-los, não procurem entrar na deep web...


Creepypasta - O suicídio do Lula Molusco

Oi oi gente, sei que sumi daqui e sinto muito por isso! E para voltar com grande estilo eu trouxe para vocês a creepypasta: O suicídio do Lula Molusco! Então confere ai!



Quero começar dizendo que, se você espera uma resposta no fim, ficará desapontado. Não há.

Eu trabalhava de estagiário nos Estúdios Nickelodeon há mais ou menos 1 ano, para minha formação em Animação. Não era paga, é claro, mas a maioria dos internos também não eram: isso serviu de impulsão para minha carreira. Para os adultos, pode não significar muita coisa, mas a maioria das crianças se matariam por um emprego assim, mesmo que não remunerado. Desde que eu comecei a trabalhar diretamente com os editores e animadores, eu recebia um "prévia" dos novos episódios, alguns dias antes de eles irem ao ar.

A nova temporada estava demorando demais por razões que ninguém conseguia explicar. Havia um problema com o lançamento da quarta temporada, o que deixou a maioria da equipe longe por vários meses.

Dois outros estagiários e eu fomos levados à sala de edição junto com os animadores e editores de som para algumas edições finais. Recebemos a cópia do que supostamente seria "Fear of a Krabby Patty (Medo de um Hambúrguer de Siri)", e fomos conduzidos à tela para assistir. Por vezes, os animadores colocavam uma fita de título subersivo (era uma piada interna), por exemplo, "How Sex Doesn’t Work" em vez de "Rock-a-by-Bialve", o episódio em que o Bob e o Patrick adotam um filhote de ostra. Não havia nada particularmente divertido, exceto por algumas piadas relacionadas ao trabalho. Até que vimos uma fita com o nome "Squidward's Suicide", não fizemos nada além de uma risada doentia. Um dos internos até deu uma gargalhada. A música alegre de abertura tocava normalmente.

A história começa com Lulamolusco praticando com sua clarineta, tocando algumas notas ruins e azedas, como é de costume. Ouvimos o Bobsponja rir de longe, e o Lula parou. Ele gritou com Bob e disse que teria um concerto aquela noite: precisava praticar. Bob obedece e vai até a casa da Sandy com o Patrick. As bolhas de uma cena para outra aparecem e vemos o fim do concerto do Lulamolusco. Aí que as coisas começam a ficar bizarras. Enquanto tocava, alguns frames começavam a se repetir sozinhos, mas o som não saía (nesse ponto, o som era para começar junto com a animação, então sim, não era algo normal). Quando ele parou, o som continuou normalmente como se aquela repetição nunca houvesse ocorrido. Houve um pequeno murmúrio na platéia, antes de todos começarem a vaiá-lo. Mas não era um "buu" comum de desenhos infantis, poderia facilmente ouvir-se malícia nisso. O Lula estava na tela toda e seu estado estava visivelmente assustado. Há um "close" na platéia, onde observamos Bobsponja em seu centro. Ele também estava vaiando, o que não é muito comum. Isso não é, de longe, a coisa mais estranha. O mais esquisito, é que todos tinham olhos hiper realistas. Era muito, muito detalhados. Não eram recortes de olhos de pessoas normais, mas algo bem mais realista que Animação em CGI. As pupilas estavam marcadas. Alguns de nós nos entreolhamos, obviamente confusos, mas como não éramos os escritores, não questionamos nada... ainda.

A cena vai para Lulamolusco sentado na ponta da cama, parecendo muito desapontado e desesperançoso. A imagem na sua janela mostrava que era noite, então não fazia muito tempo que o concerto havia terminado. Nesse momento não tinha som. LITERALMENTE, não tinha som. Não ouvíamos nada, além de poucos sussurros na sala. Era como se os falantes estivessem desligados, embora o mostrador mostrasse que eles funcionavam perfeitamente. Ele estava simplesmente sentado lá, piscando, em silêncio a quase 30 segundos, até que começou a soluçar baixinho. Ele pôs seus tentáculos sob os olhos e chorou por volta de 1 minuto, o som de fundo lentamente crescia, era algo que mal se podia ouvir, como uma brisa na floresta (só que bem mais "creepy" que isso).

A tela lentamente deu um zoom em seu rosto. Mas LENTAMENTE eu quero dizer, você apenas notava o zoom 10 segundos depois de ele ter começado. Seu soluço ficou maior e cheio de dor, agonia e raiva. A tela começou a se contrair por alguns segundos e depois voltava ao normal, como se estivesse viva. O som "além-das-árvores" ficava vagarosamente mais intenso e severo, como se uma tempestade estivesse vindo de lugar nenhum. O mais assustador de tudo era o soluço do Lula, parecia real demais, como se não viesse dos alto-falantes, mas de algum ponto de dentro, ou mesmo de fora da sala. A qualidade do som era tão surpreendente, que não precisaria de bons equipamentos para ouvirmos tão bem.

Abaixo do som do vento e do soluço fantasmagórico, algo soava como se estivesse rindo. Isso vinha em esquisitos intervalos e nunca duravam mais de um segundo, você tinha que se concentrar bastante para ouví-lo. Depois de 30 segundos disso, a tela embaçou e começou a contrair violentamente ao passo que flashes saíam da tela - era como se uns poucos frames estivessem corrompidos. O líder editor parou e rebobinou frame a frame, o que vimos foi HORRÍVEL. Era a foto de uma criança morta que não deveria ter mais de 6 anos. Seu rosto estava em carne-viva havia sangue por todo lado, seu olho esquerdo estava fora das órbitas, pendendo sobre o rosto ao avesso. Ele estava nú a não ser por uma roupa de baixo, seu abdomem aberto, com os órgãos à mostra. O lugar era alguma rota pavimentada (provavelmente sofreu um atropelamento). O mais entristecedor era a sombra do fotógrafo, claramente vista por todos. Não havia marcas de pneus, nem nenhuma outra evidência, era quase como se o fotógrafo fosse o responsável pela morte da criança;

Estávamos, claro, abismados, mas continuamos assistindo, rezando para que fosse mais uma piada doentia. A tela voltou ao Lula, ainda soluçando. Um soluço mais poderoso que o anterior, mostrando apenas metade do seu corpo, as mãos no rosto e sangue saindo de seus olhos. O sangue era outra coisa hiper-realista, parecia que você poderia tocá-lo com os dedos. O que soava agora, era como uma tempestade na floresta. Havia até o som de alguns galhos quebrando. A risada, profundamente subversiva, vinha e ia com mais frequência. Depois de quase 20 segundos, a tela novamente embaçou e se mexeu violentamente. O editor estava hesitante em voltar a fita, assim como nós, mas todos sabíamos que ele tinha que fazê-lo. A foto desta vez era de uma garotinha um pouco mais velha que o menino anterior. Ela estava deitada, com uma poça de sangue próxima a ela. Seu olho esquerdo também havia sacado e ela estava nua, a não ser novamente pela roupa de baixo. O corpo estava na estrada e a sombra do fotógrafo era visível, muito similar ao primeiro. Todos estavam quase catatônicos, um vomitou e a única mulher na sala correu.

O show foi retomado. 5 segundos depois que a segundo foto foi mostrada, todo o som parou, da mesma forma que aconteceu quando a cena começou. Ele tirou os tentáculos dos olhos, os quais eram hiper realistas como os dos outros no início do episódio. Eles estavam sangrando e pulsando. Lula encarava a tela como se estivesse observando o telespectador. Depois de 10 segundos, ele começou a soluçar e cobrir os olhos novamente. O som voltou, agora mais assustador do que nunca: seu soluço estava misturado com gritos insanos. Lágrimas e sangue estavam caindo de seus olhos muito mais que antes. O vento voltou e então, o som de uma risada profunda. A próxima sequência de contrações começaram, e editor estava pronto para pará-la antes de terminar, ele rebobinou. Desta vez, a foto era de um garoto, na mesma faixa etária que os anteriores, mas a cena era diferente: suas entranhas estavam sendo puxadas por uma mão enorme e seu olho direito pendendo sobre o rosto coberto em sangue. O animador prosseguiu. É difícil de acreditar, mas as próximas cenas eram mais chocantes e intensas que as anteriores, eu nem posso descrevê-las. Fomos seguindo e seguindo, assistindo quase sempre a mesma coisa. Chegou a um ponto em que eu perdi o controle e vomitei. Os outros estavam tossindo e com lágrimas nos olhos. Então chegamos um ponto crucial: alguns frames eram diferentes dos outros, exatamente 5. Cada frame era uma sequencia da foto anterior. Vimos lentamente a mão chegar perto dos olhos e então arrancá-los. O editor ordenou que aquilo parasse e mandou que chamássemos o criador, pessoalmente, para ver aquilo. o Senhor Hillenburg chegou depois de 15 minutos. Ele estava muito confuso do porquê de terem o chamado ali, então o editor continuou o episódio.



Fonte: Creepypasta Brasil (história)/ Mini Lua (vídeo)


Tenham um bom dia crianças :D. Com carinho, Carol.



A história real do Bob Esponja

Oi gente, tudo bem? Vim trazer um creepypasta para vocês, eu achei ela por ai e achei uma boa ideia trazer para vocês!


A mãe e o pai de Bob Esponja eram na verdade irmão e irmã, por isso, quando Bob Esponja nasceu, ele tinha várias doenças como esquizofrenia, bipolaridade e retardamento mental. A bipolaridade o fez ter alterações de humor muito agressivas. Todas as crianças na escola sabiam sobre suas doenças e faziam piada dele por isso. Ele nunca teve nenhum amigo, o que o levou a ser pressionado. Uma noite, enquanto ele estava fazendo sua lição de casa, ele teve uma explosão de raiva, em que resultou nele matando sua irmã mais velha. Ele foi julgado, mas por conta de sua doença mental foi levado a um asilo. Enquanto ele estava lá, sua esquizofrenia começou a tomar conta de sua vida. Ele fez uma cidade chamada Fenda do Bikini e criou seus habitantes. Aqui está uma lista dos personagens e o que eles representam em sua vida real:



Patrick Estrela: foi feito para representar o seu desejo de um amigo real. Ele também foi feito porque ele sempre quis ter um amigo que fosse mais burro do que ele para ajudá-lo a se sentir melhor sobre seu retardamento mental.


Lula Molusco: foi feito para representar os valentões que faziam diversão dele. O amor de Bob Esponja por Lula Molusco representa todas as vezes que ele tentou fazer amizade com os valentões, nunca conseguindo.


Sr. Siriguejo: foi feito para representar todos os momentos em que os agressores fingiam ser seus amigos e aproveitando a sua estupidez.



Gary: foi feito para representar seus pais, que tinham de viver e cuidar dele.


Sandy: foi feita para representar o seu amor pela garota mais popular da escola e de seu sonho de que ela o amasse de volta.



Plâncton: foi feito para representar a sua irmã mais velha, que estava sempre o incomodando e tirando sarro dele, coisas que levaram a sua morte.


Era isso gente, não sei vocês, mas continuo amando o Bob <3 e logo logo trago o "suicídio do lula molusco" para vocês!


Com carinho, Carol