PAPO SUPER NERD - CORINGA VS HOMEM DE FERRO


OOOLAAAA MEU POVO E MINHA POVA!
Ai esta o primeiro Papo Super Nerd pelo skype, trazendo a batalha, CORINGA VS BATMAN, quem ganharia.
Sem mais delongas, assistam a treta...
(me perdoem pelos ruidos)


Guerra Civil: Quem realmente ganha?

Olá meu querido povo de Goku! Tudo bem com vocês? O post hoje fere profundamente meus sentimentos pelo meu personagem favorito da Marvel: Capitão América. Creio que você deve estar se perguntado porque desse sentimento. Leia o post e descubra!


Guerra Civil é uma dos mais aguardados pelos Marvetes (eu principalmente), mas muitos já sabem que provavelmente nosso virjão Capitão América vencerá essa épica batalha já que o filme é dele, e ele vem fazendo bastante sucesso no mundo cinematográfico da Marvel(Informações cedidas pelo chefe, que aparentemente gosta mais do Homem de Ferro). Ou seja, foda-se a história original. 
Na história original o Homem de Ferro ganha a guerra e mata o Capitão América, o que, por mais que me doa admitir faz muito sentido, porque o Tony Stark é realmente mais poderoso que Steve. Pensem comigo, o Capitão América é forte, luta bem, e é muito bom de combate corpo a corpo, sem contar é claro, seu escudo. Já o Homem de Ferro tem sua armadura que tem basicamente todos os poderes do Capitão América, e privilégios como a capacidade de voar, ampla visão e etc.  
Quem me conhece sabe que sou muito fã do virjão chamado Steve Rogers, mas embora me doa admitir ele não teria chances contra o Tony Stark (aliás ele não teve mesmo nas HQs, mas fazer o que né?). 

Espero que tenham gostado.
Com carinho, Carol. 





Curiosidades: Flash!

Olá meu querido povo de Goku! Tudo bem com vocês? Hoje depois de um pequeno drama no meu perfil do facebook dizendo que não sabia o que postar recebi a sugestão de falar sobre o Flash(Aliás obrigada Raufa e Isa pela sugestão). Eu não sou muito fã dele para fazer um bom post, mas né? Então resolvi fazer um post do jeito que faço melhor e que eu sei que você adoram: Curiosidades. Espero que gostem!


Atenção!
Antes de começar queria avisar que não consegui fazer o post somente com curiosidades dos quadrinhos, então peço desculpa por isso. E devido ao sucesso da série eu encontrei várias informações repetidas  que talvez vocês já saibam,  de qualquer forma aproveitem o post!

  • Mais rápido do que o homem de aço: É gente, o Flash é mais rápido do que o Superman! Inúmeras HQ demonstram isso, há uma em que o Flash consegue ser mais rápido do que a visão de calor do Superman. Ou seja, o Flash com um pouco de kriptonita derrota o Superman.  
  • Uma mente inquieta: Como devem imaginar, Flash pensa tão rápido quanto corre, isso torna sua mente difícil de se ler e controlar. Para terem noção, até o próprio Caçador de Marte só consegue ter acesso á vagos pensamentos de Flash 
  •  Flash na Tropa dos Lanternas Azuis: Como se não bastasse num evento da DC usar o anel do Lanterna Verde, Flash já foi convocado para participar da tropa dos Lanternas Azuis. Como sabem a Esperança é a emoção dessa tropa,e Flash se encaixa perfeitamente nesse quesito.
  • Bazinga! Como sabem, ou eu imagino que sabem, Sheldon da série The Big Bang Theory é fã do Flash e em inúmeros episódios aparece com a camiseta do Flash, inclusive há um episódio em que ele se fantasia do mesmo. Em um dos eps da série de Flash, o carinho é retribuído em forma de referência por Cisco que usou uma camiseta escrito "Bazinga"(Bordão de Sheldon) e outra escrito "Pedra, papel, tesoura, lagarto, Spock"(Brincadeira basicamente criada por Sheldon) 

Como eu disse havia muitas informações repetidas, então juntei as menos conhecidas e por isso deu esse post pequenino. Mas espero que tenham gostado.
Com carinho, Carol. 











A Máscara da Morte Rubra - Edgar Allan Poe

Olá meu querido povo de Goku! Tudo bem com vocês? Hoje eu trouxe um conto do Poe por indicação de uns dos nossos estagiários que por acaso ainda não postou (segue a indireta). Eu espero que gostem!

(Imagem e história retirados da internet)

A Máscara da Morte Rubra

A “Morte Rubra” havia muito devastava o país. Jamais se viu peste tão fatal ou tão hedionda. O sangue era sua revelação e sua marca. A cor vermelha e o horror do sangue. Surgia com dores agudas e súbita tontura, seguidas de profuso sangramento pelos poros, e então a morte. As manchas rubras no corpo e principalmente no rosto da vítima eram o estigma da peste que a privava da ajuda e compaixão dos semelhantes. E entre o aparecimento, a evolução e o fim da doença não se passava mais de meia hora.
Mas o príncipe Próspero era feliz, destemido e astuto. Quando a população de seus domínios se reduziu à metade, mandou vir à sua presença um milhar de amigos sadios e divertidos dentre os cavalheiros e damas da corte e com eles retirou-se, em total reclusão, para um dos seus mosteiros encastelados. Era uma construção imensa e magnífica, criação do gosto excêntrico, mas grandioso do próprio príncipe. Circundava-a a muralha forte e muito alta, com portas de ferro. Depois de entrarem, os cortesãos trouxeram fornalhas e grandes martelos para soldar os ferrolhos. Resolveram não permitir qualquer meio de entrada ou saída aos súbitos impulsos de desespero dos que estavam fora ou aos furores do que estavam dentro. O mosteiro dispunha de amplas provisões. Com essas precauções, os cortesãos podiam desafiar o contágio. O mundo externo que cuidasse de si mesmo. Nesse meio-tempo era tolice atormentar-se ou pensar nisso. O príncipe havia providenciado toda a espécie de divertimentos. Havia bufões, improvisadores, dançarinos, músicos, beleza, vinho. Lá dentro, tudo isso mais segurança. Lá fora, a “Morte Rubra”.
Lá pelo final do quinto ou sexto mês de reclusão, enquanto a peste grassava mais furiosamente lá fora, o príncipe Próspero brindou os mil amigos com um magnífico baile de máscaras.
Que voluptuosa cena a daquela mascarada! Mas antes descrevamos os salões em que ela se desenrolava. Era uma série imperial de sete salões. Em muitos palácios, porém, esses salões formam uma perspectiva longa e reta, quando as portas se abrem até se encostarem nas paredes de ambos os lados, de tal modo que a vista de toda essa sucessão é quase desimpedida. Ali, a situação era muito diferente, como se devia esperar da paixão do príncipe pelo fantástico. Os salões estavam dispostos de maneira tão irregular que os olhos só podiam abarcar pouco mais de cada um por vez. Havia um desvio abrupto a cada vinte ou trinta metros e, a cada desvio, um efeito novo. À direita e à esquerda, no meio de cada parede, uma alta e estreita janela gótica dava para um corredor fechado que acompanhava as curvas do salão. A cor dos vitrais dessas janelas variava de acordo com a tonalidade dominante na decoração do salão para o qual se abriam. O da extremidade leste, por exemplo, era azul – e de um azul intenso eram suas janelas. No segundo salão os ornamentos e tapeçarias, assim como as vidraças, eram cor de púrpura. O Terceiro era inteiramente verde, e verdes também os caixilhos das janelas. O quarto estava mobiliado e iluminado com cor alaranjada. O quinto era branco, e o sexto, roxo. O sétimo salão estava todo coberto por tapeçarias de veludo negro, que pendiam do teto e pelas paredes, caindo em pesadas dobras sobre um tapete do mesmo material e tonalidade. Apenas nesse salão, porém, a cor das janelas deixava de corresponder à das decorações. Aa vidraças, ali, eram rubras – de uma violenta cor de sangue.
Ora, em nenhum dos sete salões havia qualquer lâmpada ou candelabro, em meio à profusão de ornamentos de ouro espalhados por todos os cantos ou dependurados do teto. Nenhuma lâmpada ou vela iluminava o interior da seqüência de salões. Mas nos corredores que circundavam a suíte havia, diante de cada janela, um pesado tripé com um braseiro, que projetava seus raios pelos vitrais coloridos e, assim, iluminava brilhantemente a sala, produzindo grande número de efeitos vistosos e fantásticos. Mas no salão oeste, ou negro, o efeito do clarão de luz que jorrava sobre as cortinas escuras através das vidraças da cor do sangue era desagradável ao extremo e produzia uma expressão tão desvairada no semblante dos que entravam que poucos no grupo sentiam ousadia bastante para ali penetrar.
Era também nesse apartamento que se achava, encostado à parede oeste, um gigantesco relógio de ébano. Seu pêndulo oscilava de um lado para o outro com um bater surdo, pesado, monótono; quando o ponteiro dos minutos completava o circuito do mostrador e o relógio ia dar as horas, de seus pulmões de bronze brotava um som claro, alto, grave e extremamente musical, mas em tom tão enfático e peculiar que, ao final de cada hora, os músicos da orquestra se viam obrigados a interromper momentaneamente a apresentação para escutar-lhe o som; com isso os dançarinos forçosamente tinham de parar as evoluções da valsa e, por um breve instante, todo o alegre grupo mostrava-se perturbado; enquanto ainda soavam os carrilhões do relógio, observava-se que os mais frívolos empalideciam e os mais velhos e serenos passavam a mão pela teste, como se estivessem num confuso devaneio ou meditação. Mas, assim que os ecos desapareciam interiormente, risinhos levianos logo se riam do próprio nervosismo e insensatez e, em sussurros, diziam uns aos outros que o próximo soar de horas não produziria neles a mesma emoção; mas, após um lapso de sessenta minutos (que abrangem três mil e seiscentos segundos do tempo que voa), quando o relógio dava novamente as horas, acontecia a mesma perturbação e idênticos tremores e gestos de meditação de antes.
Apesar disso tudo, que festa alegre e magnífica! Os gostos do príncipe eram estranhos. Sabia combinar cores e efeitos. Menosprezando a mera decoração da moda, seus arranjos mostravam-se ousados e veementes, e suas idéias brilhavam com um esplendor bárbaro. Alguns podiam considerá-lo louco, sendo desmentidos por seus seguidores. Mas era preciso ouvi-lo, vê-lo e tocá-lo para convencer-se disso.
Para essa grande festa, ele próprio dirigiu, em grande parte, a ornamentação cambiante dos sete salões, e foi seu próprio gosto que inspirou as fantasias dos foliões. Claro que eram grotescas. Havia muito brilho, resplendor, malícia e fantasia – muito daquilo que foi visto depois no Hernani. Havia figuras fantásticas com membros e adornos que não combinavam. Havia caprichos delirantes como se tivessem sido modelados por um louco. Havia muito de beleza, muito de libertinagem e de extravagância, algo de terrível e um tanto daquilo que poderia despertar repulsa. De um ao outro, pelos sete salões, desfilava majestosamente, na verdade, uma multidão de sonhos. E eles – os sonhos – giravam sem parar, assumindo a cor de cada salão e fazendo com que a impetuosa música da orquestra parecesse o eco de seus passos. Daí a pouco soa o relógio de ébano colocado no salão de veludo. Então, por um momento, tudo se imobiliza e é tudo silêncio, menos a voz do relógio. Os sonhos se congelam como estão. Mas os ecos das batidas extinguem-se – duraram apenas um instante – e risos levianos, mal reprimidos, flutuam atrás dos ecos, à medida que vão morrendo. E logo a música cresce de novo, e os sonhos revivem e rodopiam mais alegremente que nunca, assumindo as cores das muitas janelas multicoloridas, através das quais fluem os raios luminosos dos tripés. Ao salão que fica a mais oeste de todos os sete, porém, nenhum dos mascarados se aventura agora; pois a noite está se aproximando do fim: ali flui uma luz mais vermelha pelos vitrais cor de sangue e o negror das cortinas escuras apavora; para aquele que pousa o pé no tapete negro, do relógio de ébano ali perto chega um clangor ensurdecido mais solene e enfático que aquele que atinge os ouvidos dos que se entregam às alegrias nos salões mais afastados.
Mas nesses outros salões cheios de gente batia febril o coração da vida. E o festim continuou em remoinhos até que, afinal, começou a soar meia-noite no relógio. Então a música cessou, como contei, as evoluções dos dançarinos se aquietaram, e, como antes, tudo ficou intranqüilamente imobilizado. Mas agora iriam ser doze as badaladas do relógio; e desse modo mais pensamentos talvez tenham se infiltrado, por mais tempo, nas meditações dos mais pensativos, entre aqueles que se divertiam. E assim também aconteceu, talvez, que, antes de os últimos ecos da última badalada terem mergulhado inteiramente no silêncio, muitos indivíduos na multidão puderam perceber a presença de uma figura mascarada que antes não chamara a atenção de ninguém. E, ao se espalhar em sussurros o rumor dessa nova presença, elevou-se aos poucos de todo o grupo um zumbido ou murmúrio que expressava a reprovação e surpresa – e, finalmente, terror, horror e repulsa.
Numa reunião de fantasmas como esta que pintei, pode-se muito bem supor que nenhuma aparência comum poderia causar tal sensação. Na verdade, a liberdade da mascarada dessa noite era praticamente ilimitada; mas a figura em questão ultrapassava o próprio Herodes, indo além dos limites até do indefinido decoro do príncipe. Existem cordas, nos corações dos mais indiferentes, que não podem ser tocadas sem emoção. Até para os totalmente insensíveis, para quem a vida e morte são alvo de igual gracejo, existem assuntos com os quais não se pode brincar. Na verdade, todo o grupo parecia agora sentir profundamente que na fantasia e no rosto do estranho não existia graça nem decoro. A figura era alta e esquálida, envolta do pés a cabeça em vestes mortuárias. A máscara que escondia o rosto procurava assemelhar-se de tal forma com a expressão enrijecida de um cadáver que até mesmo o exame mais atento teria dificuldade em descobrir o engano. Tudo isso poderia ter sido tolerado, e até aprovado, pelos loucos participantes da festa, se o mascarado não tivesse ousado encarnar o tipo da Morte Rubra. Seu vestuário estava borrifado de sangue, e sua alta testa, assim como o restante do rosto, salpicada com o horror rubro.
Quando os olhos do príncipe Próspero pousaram nessa imagem espectral (que andava entre os convivas com movimentos lentos e solenes, como se quisesse manter-se à altura do papel), todos perceberam que ele foi assaltado por um forte estremecimento de terror ou repulsa, num primeiro momento, mas logo o seu semblante tornou-se vermelho de raiva.
- Quem ousa…? perguntou com voz rouca aos convivas que estavam perto – quem ousa nos insultar com essa caçoada blasfema? Peguem esse homem e tirem sua máscara, para sabermos quem será enforcado no alto dos muros, ao amanhecer!
O príncipe Próspero estava na sala leste, ou azul, ao dizer essas palavras. Elas ressoaram pelos sete salões, altas e claras, pois o príncipe era um homem ousado e robusto e a música se calara com um sinal de sua mão.
O príncipe achava-se no salão azul com um grupo de pálidos convivas ao seu lado. Assim que falou, houve um ligeiro movimento dessas pessoas na direção do intruso, que, naquele momento, estava bem ao alcance das mãos, e agora, com passos decididos e firmes, se aproximava do homem que tinha falado. Mas por causa de um certo temor sem nome, que a louca arrogância do mascarado havia inspirado em toda a multidão, não houve ninguém que estendesse a mão para detê-lo; de forma que, desimpedido , passou a um metro do príncipe e, enquanto a vasta multidão, como por um único impulso, se retraía do centro das salas para as paredes, ele continuou seu caminho sem deter-se, no mesmo passo solene e medido que o distinguira desde o inicio, passando do salão azul para o púrpura, do púrpura para o verde, do verde para o alaranjado, e desse ainda para o branco, e daí para o roxo, antes que se fizesse qualquer movimento decisivo para dete-lo. Foi então que o príncipe Próspero, louco de raiva e vergonha por sua momentânea covardia, correu apressadamente pelos seis salões, sem que ninguém o seguisse por causa do terror mortal que tomara conta de todos. Segurando bem alto um punhal desembainhado, aproximou-se, impetuosamente, até cerca de um metro do vulto que se afastava, quando este, ao atingir a extremidade do salão de veludo, virou-se subitamente e enfrentou seu perseguidor. Ouviu-se um grito agudo e o punhal caiu cintilando no tapete negro, sobre o qual, no instante seguinte, tombou prostrado de morte o príncipe Próspero. Então, reunindo a coragem selvagem do desespero, um bando de convivas lançou-se imediatamente no apartamento negro e, agarrando o mascarado, cuja alta figura permanecia ereta e imóvel à sombra do relógio de ébano, soltou um grito de pavor indescritível, ao descobrir que, sob a mortalha e a máscara cadavérica, que agarravam com tamanha violência e grosseria, não havia qualquer forma palpável.
E então reconheceu-se a presença da Morte Rubra. Viera como um ladrão na noite. E um a um foram caindo os foliões pelas salas orvalhadas de sangue, e cada um morreu na mesma posição de desespero em que tombou ao chão. E a vida do relógio de ébano dissolveu-se junto com a vida do último dos dissolutos. E as chamas dos braseiros extinguiram-se. E o domínio ilimitado das Trevas, da Podridão e da Morte Rubra estendeu-se sobre tudo.


Curiosidades do Coringa de Heath Ledger!

Curiosidades do Coringa de Heath Ledger!
Olá meu querido povo de Goku! Tudo bem com vocês? Hoje trago um post sobre meu personagem favorito da DC: O CORINGA! Mas esse post, como diz no título sobre o Coringa de Heath Ledger (Que por acaso é minha versão favorita até agora haha) com curiosidades bem legais que eu espero que gostem! Bora ler? 


Coringa andando de skate...

Pois é coleguinha você não leu errado, o Coringa de Heath andava de skate, mas não no filme é óbvio(Mas seria épico). Nas gravações em Chicago o trailer de maquiagem acabou ficando no topo de uma colina, Heath subia até lá para se transformar no Coringa e depois descia a colina trajado como o tal em seu Skate. De acordo com Caglione (maquiador de Heath), enquanto ele não estivesse gravando ele ficava passeando de skate no set, e de acordo com Caglione o skate ajudava Heath a ficar mais tranquilo. Já imaginaram a cena? O Coringa fumando e andando de skate por um set de filmagem?

O diário do Coringa

Para quem não sabe, Heath criou "o diário do Coringa" que havia nele alguns recortes de coisas assustadoras e horríveis, notícias bizarras e essas coisas. Enfim, Heath usava tal diário para incorporar o personagem e para "colocar ele em determinado lugar da sua cabeça". Quando as gravações terminaram Heath teria escrito "Bye bye" na última página.
Tal diário funcionava e eu tenho uma imensa vontade de ver só uma página dele.

Nada de olhos nos olhos

Se você é tão fã do Coringa quanto eu, sabe que o Coringa não olha/raramente olha para as suas vítimas antes de matar por conta de que ele tá pouco se fodendo para sua vítimas. E foi esse toque a mais de Heath que fez com que seu personagem se tornasse inesquecível. Afinal isso faz muita referência (Chamem o Capitão América haha) á o que acontece nos quadrinhos, e torna o Coringa ainda mais real e cruel como ele deve ser!

Coisas em comum

Você deve achar que o tique da língua de fora, foi algo que Heath levou para melhor atuar não é mesmo? Mas na verdade Heath já tinha esse "tique" desde criança, e algo que poderia arruinar sua carreira, mas serviu para aperfeiçoar ainda mais seu personagem mais consagrado. E também fez com que alguns fãs (EU) pegassem tal tique de tanto assistir o filme e videos com tal personagem. 

Com carinho, Carol.






















Seria o Arqueiro de Arrow o "Batman Verde"?

  Bom dia, boa tarde ou boa noite, filhos de El! Hoje, pegando o embalo na popularidade de Arrow, trouxe uma espécie de " Iniciativa Referenciadores " para levantar uma questão interessante: O Arqueiro Verde é o substituto do Batman?
 Abaixo segue a lista das evidências que poderiam confirmar essa suspeita:



1- Abordagens semelhantes: Logo nos primeiros episódios de Arrow, vemos um Arqueiro com um ar sombrio, diferente do habitual, usando de uma voz rouca e grave para passar um ar de terror aos criminosos no qual abordava. Prática que é uma das marcas registradas do Batman, além da personalidade divida que ambos apresentam às pessoas próximas.
   Outra semelhança se mostra na atuação do Arqueiro da série: apenas durante a noite. Nas HQs, nos vemos um Arqueiro que atua praticamente em todas as horas do dia. Já na série, ele só se mostra ativo durante a noite, o que reforça ainda mais a ideia de uma substituição, já que o Batman só é operante 100% a noite.

2- Envolvimento com a Caçadora: Tanto Batman quanto o Arqueiro tiveram um envolvimento com a Caçadora Helena Bertinelli, onde ambos tentaram tirá-la do caminho de justiceira para torná-la uma heroína: Batman a tornando a Batgirl III e Arqueiro a tornando sua parceira no combate ao crime. Ao final da experiência, ambos falharam.

3- Rixa contra Ra's Al Ghul: Na terceira temporada de Arrow, o Arqueiro se vê contra a Liga dos Assassinos liderada pelo "imortal" Ra's Al Ghul, um mestre nas artes marciais que busca guiar a humanidade a uma utopia de justiça, vendo em Oliver um herdeiro digno de seu legado. Fato escandalosamente semelhante ao retratado nas histórias do Batman, onde o herói é visto como herdeiro perfeito para seguir com a dinastia que Ra's pretende criar.

4- A filha prometida: Assim como o Batman, o Arqueiro Verde foi engajado a um casamento arranjado com a filha de Ra's ( na série, ela se chama Nissa e nas hqs, Talia ), para assim seguirem juntos na criação do mundo ideal.

5- Parceiro Ressuscitado: Essa talvez é a maior de todas as evidências de que o Arqueiro de Arrow é o Batman verde. Já nos episódios finais da terceira temporada, Thea Queen ( irmã de Oliver ) é gravemente ferida por Ra's Al Ghul e fica à beira da morte, sendo revivida através do Poço de Lázaro, cujas águas tem mantido a "imortalidade" de Ra's. Quando volta a vida, Thea apresenta uma personalidade agressiva e insana, agindo sob a identidade de " Arqueira Vermelha ", parceira de Oliver.
 Na animação " Batman: Under the Red Hood ", o segundo Robin, Jason Todd, é brutalmente morto pelo Coringa indiretamente sob as ordens de Ra's Al Ghul e é ressuscitado pelo mesmo através do Poço de Lázaro. Após a ressurreição, Jason também apresenta uma personalidade insana e agressiva, e se torna um justiceiro em Gotham sob a identidade de " Capuz Vermelho ".

6- Quebra-Galho: Como todos nós sabemos, as chances de existir um Batman nas séries atuais é bem remota. Primeiramente pela responsabilidade que o ator que interpretasse Bruce Wayne teria de ter ao dar vida a um dos maiores ícones dos quadrinhos, segundo do orçamento que teria de ser alto.Afinal, o que é um Batman sem o Batmóvel ou sem uma série extensa de apetrechos, incluindo uma batcaverna bem equipada?
  Pensando por esse lado, é bem mais em conta para os produtores colocarem o Arqueiro Verde, já que se a ideia é usar um herói sem poderes, milionário, com vários equipamentos legais, então que usem um mais barato, certo?

7-Juntos contra um vilão em comum (bônus):  Houve um episódio da série animada "Batman: Os Bravos e Destemidos" onde Batman e Arqueiro Verde se unem para derrotar o vilão Rei Relógio, cujo o mesmo aparece num dos episódios de Arrow.

                                             
 Bom, povão amado, é isso XD Espero que tenham gostado, comentem aí caso eu tenha deixado algo faltar ou se tiverem uma sugestão para postagens futuras. Até a próxima o/


                                                        " No dia mais claro 
                                                          Na noite mais densa
                                                        Obrigado pela honra de vossa presença!"