Olá meu povo de Goku! Temos hoje uma creepypasta escrita pela minha pessoa! Espero que gostem!
A morte dos pais acabou mexendo com a cabeça do pobre garoto, ele já não era mais o mesmo desde aquele dia, acreditava que estava sozinho e não deixava os avós cuidarem dele e o fim que restou a ele foi ser internado. Ele está aqui desde que tinha 8 anos de idade e desde então se tornou um caso perdido...
Ele vive dentro de um quarto trancado. Ele não deixa os enfermeiros cuidarem dele, e nem tão pouco medica-lo. Ele repete insistentemente "Eu sou o que Gotham precisa", e sempre que tentam acalma-lo ele usa a força e acaba sempre sendo dopado. Alan seu enfermeiro, se pergunta o que ele sonha enquanto está dopado...
"- Veja aquele sinal no céu Alfred, eles estão me chamando outra vez! - Disse Bruce ao seu mordomo e fiel cúmplice.
- Vai usar o Batmovel senhor? - Perguntou Alfred.
- Por favor Alfred. - Bruce diz a Alfred, e ele assente e saí.
Alguns minutos depois ele aparece vestido de uma armadura negra como a escuridão e com um morcego estampado em seu peito. Ele usa uma mascara que remete a imagem de um rosto de morcego e fica basicamente irreconhecível. Ele entrou num carro grande e aparentemente blindado, deu partida e então saiu para mais uma vez defender Gotham, e ser o que Gotham precisa. Não demorou muito e ele estava de volta ao seu esconderijo estava com um braço sangrando e mancando da perna esquerda. Ele ficou lá sozinho cuidando de seus ferimentos até seu fiel mordomo chegar:
- Problemas em pegar os ladrões ontem a noite patrão? - Perguntou Alfred sorrindo descaradamente.
- Sim, e tem um novo cara louco. - Respondeu Bruce num tom de voz risonho.
- Um louco senhor? Diferente dos que enfrenta todos os dias? - Questionou Alfred.
- Sim, ele usa maquiagem e se diz um agente do caos. É perturbador Alfred. - Alfred não o respondeu apenas o ajudou com o curativos e acompanhou Bruce até em sua verdadeira casa."
Após uma tentativa mal sucedida de medicar Bruce, um médico encontra com Alan e lhe faz algumas perguntas:
- Bruce ainda está dando trabalho? - Perguntou o médico á Alan.
- Sim senhor, fomos levar a medicação á ele e fomos atacados. O meu caso não é tão grave como o dos outro caras. - Respondeu Alan.
- Essa cicatriz, de onde veio? - Questionou o médico mais uma vez a Alan.
- Ah, isso aqui aconteceu há alguns anos atrás quando fui tentar acalmar Bruce. Ele havia conseguido um lamina e quando finalmente o deitei para o sedar ele me atacou passando a lamina pelo meu rosto, e dando forma a essa cicatriz. - Respondeu Alan com um ar meio triste.
- Por que ainda ajuda esse garoto? Não está claro para você que ele é um caso perdido? - Pergunta sério o médico.
- Se eu posso ajuda-lo, porque deixa-lo? - Responde Alan indo em direção ao elevador.
Os dias foram passando e o quadro de Bruce foi se agravando e cada vez mais ele se tornava um caso perdido e passava mais tempo dormindo do que acordado, passava mais tempo em seus sonhos delirantes.
"- Ele está me desafiando cada vez mais Alfred, ele está me provocando. - Disse Bruce á Alfred.
- E o que pretende fazer patrão? Prende-lo? - Questionou Alfred.
- Acho que dessa vez prender não será o suficiente Alfred. - Responde Bruce sério.
- O senhor não pretende mata-lo não é? Isso iria contra suas regras. Isso faria do senhor um assassino. Disse Alfred.
- Eu sou o que Gotham precisa Alfred. -Disse Bruce indo em direção ao esconderijo.
Naquela mesma noite Bruce vestiu seu uniforme e saiu sem avisar a Alfred, o fato de não saber a onde Bruce estava deixava Alfred preocupado e com a estranha sensação de que algo sairia errado.
Bruce estava num galpão velho vestindo seu traje de homem morcego, esperando aquele o qual ele apelidou de Coringa. Na primeira vez que encontrou tal sujeito Bruce lhe abriu um corte na boca de ponta a ponta formando um macabro sorriso de palhaço, sem contar as outras demais vezes em que ele lhe deu uma surra. E mesmo com toda essa violência o palhaço sempre voltava para o atacar e atacar á Gotham, Bruce decidiu que naquela noite era a hora de por um fim em tudo isso.
- Esperando por mim morceguinho? - Perguntou Coringa.
- Eu vou matar você! - Respondeu Bruce
Então ele partiu para cima do Coringa e deixou que a raiva falasse mais alto, ele deu vários socos e chutes em coringa, que estranhamente ria e isso o deixava ainda mais furioso. Quando sua raiva já não era tanta ele jogou Coringa para um canto na parede e ficou olhando ele sangrar e gemer, quando achou que já era o suficiente o Coringa se levantou:
- Por que machucar alguém que só estava tentando ajudar você? - Perguntou Coringa
- Você não quer me ajudar! - Gritou Bruce dessa vez pegando Coringa pelo pescoço e o erguendo, ele estava usando de toda sua força para estrangular o Coringa. Ele se debatia e dizia
"eu só queria ajudar você..." "
- PARE BRUCE! BRUCE VOCÊ VAI MATA-LO! PARE! - Gritava a enfermeira enquanto outros três enfermeiros tentavam soltar suas mãos do pescoço e Alan, que foi quem tentou o ajudar desde que chegara ali.
- BRUCE JÁ CHEGA! - Entrou um médico de cabelos grisalhos chamado Alfred e somente ele fez com que ele soltasse o pescoço do jovem enfermeiro que caiu com tudo no chão.
- O pulso dele está muito fraco. - Disse a enfermeira.
- Tirem ele daqui! - Ordenou o médico, e rapidamente os enfermeiros tiraram o rapaz daquele quarto.
- Vamos dormir um pouquinho Bruce. - Disse Alfred á Bruce enquanto lhe dava um sedativo muito forte e ele dormiu por um dia inteiro.
O enfermeiro que foi atacado por Bruce ficou entre a vida e a morte, e devido as circunstância foi proibido de cuidar de Bruce já que ele poderia tentar mata-lo outra vez. Desde que Bruce chegou la Alan foi quem mais tentou ajudar Bruce. Mesmo tendo apanhando incontáveis vezes, mesmo tendo de carregar uma cicatriz horrível em seu rosto para o resto da vida, mesmo quase toda semana estar de olho roxo e mesmo ele quase o matando, ele queria continuar o ajudando pois ele sabia o que era perder pessoas importantes e ter medo da própria mente.
Bruce nunca mais atacou ninguém. Desde aquele dia, ele passou a usar uma camisa de força, e viver dentro de uma sala acolchoada onde ele não tinha mais contato com quase ninguém sem ser seu médico Alfred. Todos já perderam a fé de que ele possa um dia melhorar, Bruce era um caso perdido e viveu o resto de sua vida no sanatório falando a todos: "Eu sou o que Gotham precisa"...
C. M. de Lima









